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quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Saiba escolher o roteador Wi-Fi ideal para a sua casa


Poucos itens são tão necessários para a vida moderna quanto um roteador - aquele pequeno dispositivo usado para transmitir sua internet banda larga para toda a casa sem fios. Contudo, escolher o modelo ideal nem sempre é a tarefa mais fácil de todas.

Há alguns detalhes a que você precisa se atentar antes de comprar um roteador, porém. Um deles é essa numeração, seguida de uma ou mais letras, destacada na embalagem de qualquer modelo: 802.11. Todo roteador vem com esse número, mas o que importa mesmo é a letra que vem depois dele.

Trata-se do protocolo usado pelo roteador para espalhar Wi-Fi ao seu redor. As primeiras gerações usavam o padrão B (identificado pela sequência 802.11b), seguidas pelos padrões G, N e, mais recentemente, pelo AC. Quanto mais moderno o protocolo usado pelo roteador, melhor ele é.

Um roteador 802.11ac, por exemplo, é capaz de oferecer velocidades muito maiores de acesso à internet, manter a conexão estável em mais dispositivos ao mesmo tempo (seu celular, seu notebook e sua Smart TV, por exemplo) e alcançar áreas maiores também.

Isso não significa que você pode simplesmente correr até a loja e comprar o roteador mais barato com padrão AC que encontrar. Não basta que o roteador use o protocolo 802.11ac, é preciso que o seus dispositivos também tenham suporte a esse padrão mais recente. Antes de comprar um desses, portanto, verifique se seu smartphone, sua TV e seu PC estão preparados para essa conexão.

Outro número que causa confusão é o dos gigahertz. Trata-se da frequência de rádio na qual o seu sinal Wi-Fi será distribuído. A maioria dos aparelhos se apresentam usando as frequências de 2,4 GHz ou 5 GHz. Esta última oferece velocidades mais altas, mas nem todo dispositivo (celular, PC, videogame) tem suporte a ela.

O ideal nesse caso é escolher um roteador que opere nas duas frequências, 2,4 GHz e 5 GHz, de modo que consiga alternar entre as duas automaticamente para lhe oferecer a melhor conexão, por via das dúvidas. Se você sabe exatamente a quais frequências seus dispositivos estão adaptados, então escolha o roteador que oferece a frequência compatível.

Dê preferência, portanto, a roteadores que ofereçam uma velocidade máxima condizente com a internet contratada por você. Apenas compre roteadores com mais de uma antena ou de padrão AC se você espera que mais de cinco ou seis dispositivos estejam conectados ao Wi-Fi ao mesmo tempo regularmente, e se sua casa tiver mais de 50 metros quadrados.

Mesmo que você encontre roteadores de padrão B ou G mais baratos, não é recomendável que você invista dinheiro neles. Esses modelos já são, em sua maioria, ultrapassados, e, além de não oferecer a melhor das conexões, também deixam a desejar no quesito segurança, deixando sua rede vulnerável a ataques hackers não muito sofisticados. 

Isso não quer dizer que é preciso gastar rios de dinheiro num roteador. Um modelo de qualidade, para a maioria dos usuários, pode custar entre R$ 100 e R$ 180. 

Fonte: Olhar Digital

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Android: economize bateria fazendo um ajuste no WiFi

Todos nós já passamos por situações em que precisamos economizar ao máximo a bateria do smartphone. São inúmeros os pequenos ajustes que podem ser feitos para salvar minutos úteis antes de o celular desligar. Um deles está nas configurações do WiFi, e pouca gente conhece. Veja como ajustar no passo a passo abaixo:

1. Abra o app de Configurações do seu Android e toque sobre “Wi-Fi”.


2. Desative a chave seletora se ela estiver ligada.

3. Nas letras pequenas, toque em “configurações de verificação”

4. Desative as duas chaves de verificação: Wi-Fi e Bluetooth.


Fazendo isso, você vai limitar o uso do sensor de WiFi do smartphone para que ele só seja útil quando o celular estiver realmente conectado à internet fixa. Ele não vai manter o WiFi e o Bluetooth ligados em segundo plano durante o período em que você não os estiver usando.

Esse ajuste pode prejudicar a localização do GPS, mas acreditamos que isso não importa muito quando se precisa economizar bateria.

Fonte: TecMundo

sexta-feira, 3 de março de 2017

Entenda o seu roteador: o que é LAN, WAN, WLAN, DNS, WPS e Ethernet



Os roteadores são os aparelhos responsáveis por conectar diversos dispositivos à rede de Internet, seja por cabo ou Wi-Fi. Apesar de a maioria dos modelos atuais terem instalações fáceis e com comandos diretos, algumas siglas podem confundir durante o uso.

Para tirar todas as dúvidas e excluir a possibilidade de problemas com a conexão, confira a seguir, o que é LAN, WAN, WLAN, DNS, WPS e Ethernet. Entender como cada configuração e recurso funciona pode ajudar a ter uma Internet segura e rápida.

LAN

Local Area Network, ou rede local, é a configuração para redes instaladas em áreas menores, como casas e escritórios pequenos. Na porta LAN do roteador o usuário pode conectar computadores, notebooks e periféricos para permitir a distribuição e transmissão da conexão de Internet.

WAN

Ao contrário da LAN, que serve para locais menores, a WAN é uma rede de longa distância (Wide Area Network) para cobrir uma área maior com a conexão de Internet. Empresas e universidades, por exemplo, contratam provadores de serviço WAN para facilitar o uso de todos os usuários em uma mesma rede. No roteador, caso o cabo do modem não seja conectado na porta WAN o PC não receberá o sinal de Internet.

Enquanto a LAN serve para áreas menores, a WAN ajuda em grandes coberturas.

WLAN

Com apenas um W na frente da sigla indicando o termo “wireless” (sem fio), a rede WLAN funciona de forma parecida com a LAN, mas não precisa de cabos conectados. No lugar dos fios, a configuração usa ondas de rádio para se conectar à Internet e transmitir dados para cada dispositivo habilitado. É onde se encontra o famoso padrão Wi-Fi e pode ser instalada em casas e escritórios ou em grandes empresas e locais públicos.

DNS

A sigla DNS indica Sistema de Nomes e Domínio (Domain Name System, em inglês). O servidor trabalha com um conversor ou tradutor para facilitar acessos aos sites. Ao digitar www.techtudo.com.br, por exemplo, na verdade o sistema está “escondendo” o endereço IP (Protocolo de Internet) da página. Assim, o DNS identifica o IP correspondente ao site inserido na URL do navegador e dispensa o trabalho de ter que digitar uma sequência de números.

WPS no roteador pode facilitar conexões, mas deixar rede vulnerável.

WPS

WPS é a indicação, em inglês, para Wi-Fi Protected Setup (Configuração de Wi-Fi Protegido). O recurso no roteador permite conectar novos dispositivos à rede Wi-Fi com praticidade e rapidez. É útil para habilitar repetidores, por exemplo, sem precisar digitar senhas complexas. Apesar de proporcionar esta facilidade, o WPS pode deixar sua rede vulnerável já que o roteador guarda um código que pode ser descoberto por hackers com ajuda de softwares. Por isso, é indicado deixar a função desativada para evitar invasões.

Padrão Ethernet trabalha com acessos locais via cabo.

Ethernet

Como explicado acima, a rede LAN serve para conectar computadores e periféricos. Neste ponto entra a Ethernet, padrão mais utilizado para acessos locais e para levar Internet ao dispositivo por meio de um cabo. Ao utilizar a tecnologia é possível resolver problemas de Internet lenta, por exemplo, quando sem fio. A porta e o conector são idênticos e fazem ligação automática (plug and play).

Fonte: TechTudo

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Esqueceu a senha do Wi-Fi? Veja como recuperá-la sem truques ou aplicativos


Conectar seus dispositivos automaticamente é muito cômodo e prático. Mas depois de fazer isso diariamente, após alguns meses é batata: esquecemos a senha de acesso. E só vamos perceber isso quando alguém perguntar por ela.

Se acontecer com você, não se preocupe. Nem sempre há necessidade de acessar o roteador ou de usar um aplicativo para procurar a senha perdida. Normalmente, o sistema operacional mantém a senha guardada.
Abaixo, veja como redescobrir sua senha de Wi-Fi no Windows 10.
1- Procure o ícone de Wi-Fi que fica na barra de ferramentas (canto inferior direito). Clique com o botão direito e selecione em "Abrir Central de Rede e Compartilhamento"; 

2- Procure por "Conexões", no lado direito, e clique em sua conexão (Neste caso "andri"); 

3- Abrirá uma janela com o status do Wi-Fi. Selecione "Propriedades da conexão sem fio". No novo pop-up, vá para a aba "Segurança";

4 - Agora, basta ticar a caixinha de "Mostrar Caracteres".

Pronto, sua senha está lá!

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

7 coisas que você precisa parar de fazer para ficar seguro na internet

Imagem: Shutterstock

Já parou para pensar que são os seus próprios comportamentos que podem colocá-lo na mira de um cibercriminoso? Para ter mais segurança no mundo virtual, a empresa de segurança digital russa Kaspersky indica sete comportamentos perigosos que devem ser evitados.

1. Confiar em redes abertas

Pense uma, duas, três e até quatro vezes antes de se conectar a uma rede sem fio aberta. É muito comum que criminosos criem pontos de acesso com nomes que transmitam certa confiança tais como "Wi-Fi aberto McDonalds" ou "Hotel Guest 3". E ainda que você possa garantir que o Wi-Fi não seja uma armadilha, não há como garantir que alguém mal-intencionado não esteja espionando a rede.

A recomendação, portanto, é utilizar essas redes suspeitas da maneira mais segura, evitando acessar sites que exijam a identificação de login, bem como realizar qualquer transação financeira. Ou seja, nada de banco ou compras. Se possível, use VPN --uma rede privada construída sobre a infraestrutura de uma rede pública.

2. Escolher senhas simples

Números sequenciais ou repetidos, nomes de animais de estimação, aniversários ou coisas do gênero. Essas, segundo a Kaspersky, são as piores senhas possíveis. Não quer dizer, no entanto, que você terá que optar por códigos ilegíveis como "ML)k[V/u,p%mA+5m". O ideal é buscar mesclar números, letras e símbolos. Uma solução é recorrer a aplicativos que possam auxiliá-lo na criação de senhas boas e fáceis de memorizar.

3. Reutilizar as senhas

Você finalmente achou uma senha incrível: forte, fácil de lembrar e difícil de descobrir. Mas adivinhe? Não para por aí! Você precisará de mais senhas com a mesma segurança. Isso porque ainda que seja difícil de um hacker adivinhar o seu segredo, essa possibilidade não pode ser descartada. E usar uma única senha para todos os seus cadastros pode alastrar os prejuízos que a descoberta possa vir a causar em sua vida.

4. Clicar em links recebidos por e-mail ou apps

Cuidado com os links recebidos por e-mails ou aplicativos de mensagens --um dos principais meios de atuação dos cibercriminosos. Duvide até mesmo dos conteúdos recebidos por amigos, que também podem ser vítimas de um golpe. O link de um spam ou phishing pode levá-lo automaticamente para um site que instalará automaticamente um vírus em seu computador ou para um site que --mesmo parecendo familiar-- irá roubar suas senhas.

É recomendado ainda não clicar em links que servem apenas para atrair "likes", como os posts com mensagens como "curta e compartilhe para ganhar um smartphone!". Além de você não ganhar nada, é possível que esteja ajudando criminosos a validarem suas práticas.

5. Fornecer informações de login a qualquer um

A única forma de ter certeza de que ninguém mal-intencionado tenha suas informações é mantê-las para si. Evite compartilhá-la com amigos, parentes ou namorado(a)/marido (mulher).

6. Avisar a internet inteira que você estará viajando

Seja discreto, controle a euforia e evite compartilhar pela internet frases do tipo: "Na praia por duas semanas – inveja?"; "Indo para o México"; "Alguém pode cuidar do Rex enquanto fico fora por duas semanas?". Também é recomendável não compartilhar fotos com geolocalização. Mantenha essas informações apenas entre os amigos confiáveis --especialmente, em redes sociais como o Facebook que exibem sua cidade de residência.

7. Aceitar as configurações de privacidade padrão de redes sociais

As redes sociais fornecem grande controle sobre o volume de informações que você quer ou não compartilhar. Portanto, tire cinco minutos para dar uma boa olhada nas suas configurações de privacidade e certifique-se de que seus dados estejam seguros, visíveis apenas por quem você quer e confia.

Então, antes de postar algo para seus amigos no Facebook, seus seguidores no Twitter, suas conexões no LinkedIn, ou seja lá para quem mais você queira transmitir, pense um pouco só para ter certeza de que você não está enviando a estranhos informações que possam ajudá-los a se passar por você ou prejudicá-lo de alguma forma.

Fonte: tecnologia.uol.com.br