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terça-feira, 24 de outubro de 2017

Seu computador está lento? Nem sempre a culpa é da conexão


Um computador pode ser ou estar lento, basicamente, por dois fatores: a conexão ou o computador. Se for o primeiro, existem muitos aplicativos que medem a velocidade da rede e não deixam muita margem para a dúvida. Na maioria das vezes, no entanto, isso nem mesmo é necessário. Se seu computador só está lento em operações que envolvem a rede, muito provavelmente o seu problema é a conexão.

Quando a rede está funcionando bem, o problema pode ser o computador. Ele pode estar obsoleto para acompanhar as mudanças ou apresentar algum defeito, seja em hardware ou software. Se for pelo segundo motivo, tome algumas medidas para aliviar a carga do computador. Assim, você vai poder navegar com mais agilidade.

1- Desative aplicativos

Alguns aplicativos consomem muita memória e taxa de conexão. Eles usam uma parte disso para funcionarem. É o caso de programas como Torrent e, ainda, streamings.

Se você for baixar algum material, faça isso no momento em que não esteja usando o computador para outra coisa. Do mesmo modo, quando for assistir a um vídeo em streaming, deixe as outras tarefas de lado.

Além disso, muitos programas entram automaticamente na inicialização automática. É necessário verificar se isso acontece e desmarcar essa opção.

No Windows, basta clicar com o botão direito sobre o ícone de janela, no lado esquerdo inferior, Gerenciador de Tarefas e escolher a opção Inicialização (ou Startup) -- lá será possível ver os programas que são inicializados com o sistema. Já no Mac vá em Preferências de Sistema > Usuários & Grupos > clique no usuário e escolha os programas de inicialização.

Para corrigir os desperdícios, use o "Gerenciador de Tarefas" no PC ou ou o "Monitor de Atividade" no Mac. No Windows, basta dar um Ctrl + Alt + Del e clicar na opção Gerenciador de Tarefas, ou usar o Ctrl + Alt + Esc para abrir o gerenciador diretamente. No Mac, vá ao Finder e clique, nessa ordem, em Aplicativos > Utilitários > Monitor de Atividade. Verifique se sua memória RAM não está sendo perdida com coisas que você nem mesmo sabe que existe.

2 - Vasculhe as opções de seu navegador

Independentemente da escolha que fez para usar como navegador -- Chrome, Internet Explorer, Firefox etc.--, sempre o mantenha atualizado.

Deixe o navegador sem temas. Escolha o mais simples possível, mesmo que ame personalizar suas coisas. Com isso, também seria adequado desativar os complementos, pelo mesmo motivo dos programas citados no item 1. Para desativar extensões, vá ao menu principal do Chrome (no lado direito superior do navegador) > Mais ferramentas > Extensões.

Não abra muitas abas e janelas quando estiver navegando, e tenha paciência. Para diminuir a quantidade de arquivos que você baixa toda vez que entra em uma página, mude a configuração do tamanho dos arquivos temporários. Se estiver muito alto, isso também pode prejudicar a navegação. Para limpar dados de navegação, basta digitar a combinação Ctrl+Shift+Del, que abrirá a ferramenta de limpeza de dados de navegação.

3 - Procure os "comedores" de conexão

Um computador com muito tempo de uso pode acumular muitos malwares (abreviação do "malicious software", termo em inglês que nomeia os softwares maliciosos). Quem pensa estar a salvo desses programas por não visualizar conteúdo considerados impróprios, como pornografia ou pirataria, está enganado. Eles podem estar em sua caixa de e-mails agora mesmo.

Um malware pode se manter ativo em segundo plano sem atrair a atenção, mas deixando seu computador lento por trocar informações constantemente. Para encontrar um desses em seu sistema, procure um programa como o Malwarebytes. Além de ajudar a proteger de futuras ameaças, ele fará uma avaliação rápida para detectar e bloquear programas maliciosos.

Fonte: tecnologia.uol.com.br

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Saiba escolher o roteador Wi-Fi ideal para a sua casa


Poucos itens são tão necessários para a vida moderna quanto um roteador - aquele pequeno dispositivo usado para transmitir sua internet banda larga para toda a casa sem fios. Contudo, escolher o modelo ideal nem sempre é a tarefa mais fácil de todas.

Há alguns detalhes a que você precisa se atentar antes de comprar um roteador, porém. Um deles é essa numeração, seguida de uma ou mais letras, destacada na embalagem de qualquer modelo: 802.11. Todo roteador vem com esse número, mas o que importa mesmo é a letra que vem depois dele.

Trata-se do protocolo usado pelo roteador para espalhar Wi-Fi ao seu redor. As primeiras gerações usavam o padrão B (identificado pela sequência 802.11b), seguidas pelos padrões G, N e, mais recentemente, pelo AC. Quanto mais moderno o protocolo usado pelo roteador, melhor ele é.

Um roteador 802.11ac, por exemplo, é capaz de oferecer velocidades muito maiores de acesso à internet, manter a conexão estável em mais dispositivos ao mesmo tempo (seu celular, seu notebook e sua Smart TV, por exemplo) e alcançar áreas maiores também.

Isso não significa que você pode simplesmente correr até a loja e comprar o roteador mais barato com padrão AC que encontrar. Não basta que o roteador use o protocolo 802.11ac, é preciso que o seus dispositivos também tenham suporte a esse padrão mais recente. Antes de comprar um desses, portanto, verifique se seu smartphone, sua TV e seu PC estão preparados para essa conexão.

Outro número que causa confusão é o dos gigahertz. Trata-se da frequência de rádio na qual o seu sinal Wi-Fi será distribuído. A maioria dos aparelhos se apresentam usando as frequências de 2,4 GHz ou 5 GHz. Esta última oferece velocidades mais altas, mas nem todo dispositivo (celular, PC, videogame) tem suporte a ela.

O ideal nesse caso é escolher um roteador que opere nas duas frequências, 2,4 GHz e 5 GHz, de modo que consiga alternar entre as duas automaticamente para lhe oferecer a melhor conexão, por via das dúvidas. Se você sabe exatamente a quais frequências seus dispositivos estão adaptados, então escolha o roteador que oferece a frequência compatível.

Dê preferência, portanto, a roteadores que ofereçam uma velocidade máxima condizente com a internet contratada por você. Apenas compre roteadores com mais de uma antena ou de padrão AC se você espera que mais de cinco ou seis dispositivos estejam conectados ao Wi-Fi ao mesmo tempo regularmente, e se sua casa tiver mais de 50 metros quadrados.

Mesmo que você encontre roteadores de padrão B ou G mais baratos, não é recomendável que você invista dinheiro neles. Esses modelos já são, em sua maioria, ultrapassados, e, além de não oferecer a melhor das conexões, também deixam a desejar no quesito segurança, deixando sua rede vulnerável a ataques hackers não muito sofisticados. 

Isso não quer dizer que é preciso gastar rios de dinheiro num roteador. Um modelo de qualidade, para a maioria dos usuários, pode custar entre R$ 100 e R$ 180. 

Fonte: Olhar Digital

quarta-feira, 5 de abril de 2017

De que é feita a INTERNET?


​De que é feita a Internet?
Já imaginou sua vida sem internet? 
Como ela seria?

Tente responder a essas perguntas. Mas não limite-se apenas às redes sociais
(WhatsApp, Facebook, Instagram, Twitter, SnapChat, etc...) e nem apenas aos
serviços de e-mail ou aos Blogs e portais de notícias.

Imagine-se sem acesso aos bancos on-line ou aos departamentos de serviços
de trânsito... sem aquelas compras no Ali Express (ou as promoções das
livrarias e afins), sem as compras de passagens aéreas e hospedagens, sem
as emissões de faturas de cartões de crédito, sem as consultas aos
resultados do ENEM, sem o acesso ao NETFLIX ou mesmo sem a possibilidade de
fazer as inscrições nos concursos ou frequentar os cursos à distância.

- E aí? Imaginou?

Pois bem, a popularização dos Smartphones nos dias de hoje, onde (quase)
tudo se resolve “na ponta dos dedos”, nos traz uma outra pergunta: de que é
feita a internet?

Mesmo sem o conhecimento da grande maioria, a internet no Brasil é feita
por milhares e milhares de empresas (quase 6 mil em todo o país), que não
apenas oferecem conexão de internet aos seus usuários. Mais que isso: essas empresas, CONECTAM PESSOAS. É disso que é feita a internet no Brasil.

É daquela empresa, da qual você conhece o dono, o gerente, os técnicos, as
atendentes e sabe que pode contar com ela todos os dias. É disso que é
feita a internet no Brasil.

É de empreendedores, que vencendo desafios gigantescos (num país
continental), atravessam serras, vales, montanhas e pantanais, faça chuva
ou faça sol, para ofertar um serviço que hoje é essencial para a nossa
sociedade. É disso que é feita a internet no Brasil.

É de empresários que movimentam a economia local e procuram ofertar sempre
o melhor serviço disponível, pelo preço mais justo possível, apesar dos
altos custos envolvendo SCM, ASN, SICI, ISS, ICMS, IRRF, PIS, FGTS e mais
vários outros tributos. É disso que é feita a internet no Brasil.

É de empresas que geram empregos e renda nas cidades, compram combustível
nos postos da cidade, compram parafusos nas lojas da cidade e que sempre
apoiam os eventos e iniciativas nas cidades onde atuam. É disso que é feita
a internet no Brasil.

A Conquest Telecom é uma dessas empresas e está sempre preocupada com a satisfação do cliente, em resolver os problemas e antecipar-se às situações adversas.

Conquest Telecom, experiência de mercado à sua disposição.