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sábado, 1 de junho de 2013

Linux: como rodar uma distribuição a partir do pendrive


Rodando o SO a partir de um pendrive
(Fonte da imagem: iStock)


Quando muitos pensam em Linux, a imagem que vem à cabeça pode representar um sistema operacional difícil, com uma interface pouco intuitiva e que não é voltado para pessoas sem conhecimentos técnicos. De certa maneira, podemos dizer que há muitos anos tal ideia estava bem próxima da realidade.
Porém, atualmente, o Linux possui uma série de distribuições, sendo que várias delas contam com uma interface gráfica moderna, elegante e intuitiva. Outra função interessante do SO é que ele pode ser utilizado como uma alternativa para o boot no computador, especialmente para fazer a recuperação do sistema quando você tem algum problema.
Da mesma forma, se você quer apenas testar como seria utilizar uma distribuição de Linux, pode fazê-lo facilmente a partir de um Live CD, sem precisar instalar o SO no computador. Além disso, tal função agora pode, também, ser realizada por meio de um pendrive, criado com a ajuda de um programa chamado LiLi USB Creator (ou LinuxLive USB Creator).
O programa permite não só criar um pendrive para utilizar como boot como também realizar a virtualização do sistema (ou seja, rodá-lo dentro do Windows) por meio da VirtualBox. Ficou interessado? Leia o tutorial abaixo para aprender a montar o dispositivo USB.

Pré-requisitos:

  • Um pendrive livre de dados ou que possa ser formatado;
  • Programa LiLi USB Creator instalado no computador.
Baixar LiLi USB Creator

Mãos à obra

Após instalar o programa, você pode observar que a própria interface dele é organizada como um grande procedimento passo a passo. Embora o processo possa parecer intimidador, abaixo vamos abordar cada aspecto dele.
Linux: como rodar uma distribuição a partir do pendrive
(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)
Para começar, conecte o pendrive ao seu computador e, na tela do programa, escolha qual é a unidade USB a ser utilizada na caixa de seleção “Escolher uma pendrive”. Aqui, cabe apenas uma observação: o aplicativo opera apenas com o sistema de arquivos FAT32 e, caso o seu dispositivo esteja configurado como NTFS, será necessário formatá-lo.
Selecionando a unidade
(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo) 
Então, é preciso definir o local do qual serão copiados os arquivos do Linux. Você possui a opção de localizar uma imagem já existente no seu computador, selecionando a alternativa “ISO/IMG/ZIP” e a localizando no PC. Caso a fonte esteja em um CD, basta selecionar a alternativa de mesmo nome e indicar o Drive no qual a mídia está inserida.
Localizando a imagem do SO
(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)
Além disso, você pode optar por baixar o SO, clicando no botão “Download”. Nesse caso, o segundo passo consiste em escolher a distribuição desejada e selecionar se ela deve ser baixada manualmente ou automaticamente. Aqui, também é necessário definir o local para o armazenamento da imagem no computador.
Opção pelo download
(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo) 
Então, basta aguardar a conclusão do download. Esse processo pode levar vários minutos e varia conforme a velocidade da sua conexão.
Efetuando o download
(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)
No próximo passo, você deve definir quanto espaço deve ser mantido livre para os seus arquivos e quanto dele pode ser ocupado com a distribuição do Linux.
Dividindo o espaço 
 (Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)
Agora, você possui três opções na tela e você pode escolher aquelas que julgar mais adequadas. “Esconda arquivos criados no pendrive” deixa os documentos do sistema ocultos; “Formate o pendrive em FAT32” faz com que o dispositivo seja formatado e o sistema de arquivos seja alterado. Por último, “Possibilita o lançamento do LinuxLive dentro do Windows” serve para você ter a opção de lançar o Linux dentro do Windows e não somente por boot.
Escolhendo as opções para a finalização
(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)
Quando tudo estiver corretamente configurado, você deve dar inicio ao processo de criação do dispositivo USB clicando no botão na forma de um “raio”.
Iniciando o processo
(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo) 
Em seguida, na janela de aviso aberta, confirme o procedimento clicando no botão “OK”. Lembre-se de que todos os dados do seu pendrive serão apagados.
Confirmando a operação
(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)
Feito isso, basta aguardar o término da operação, o que pode levar alguns minutos.
Processo concluído
(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)
Uma vez concluído o processo, você já pode utilizar a distribuição do Linux a partir do seu pendrive (sem a necessidade de instalar o SO no computador). Você pode tanto abri-la por meio de uma máquina virtual, como a VirtualBox, quanto optar por efetuar o boot do PC a partir do dispositivo USB configurado para a tarefa.


Fonte: Baixaki

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Os 7 maiores mitos da tecnologia

Desde que somos pequenos, ouvimos muitas coisas que nos fazem crescer com medo de outras tantas – “engolir o chiclete faz o estômago colar”, por exemplo. E quando o assunto é tecnologia, isso também é verdade. Afinal de contas, qual avó nunca reclamou do video game por achar que ele poderia estragar a televisão da sala?
Hoje, reunimos alguns dos maiores mitos da tecnologia para dizer se eles são realmente verdadeiros ou se não passam de “histórias para boi dormir”. Fique atento, pois certamente você verá algo que alguém já lhe disse e você sempre duvidou se isso era real ou não.

1. Colocar a pilha no freezer pode recarregá-la?

Muitas pessoas têm o costume de colocar pilhas em refrigeradores e freezers para que elas sejam “recarregadas”. Mas a verdade é que isso é impossível de acontecer. “Tecmundo, eu juro que uma vez a bateria do controle remoto acabou e, depois de deixá-la no freezer, voltou a funcionar!”. Sim, nós sabemos que isso é verdade, mas o que aconteceu nesse caso não foi uma recarga, mas uma ativação de carga.
Os 7 maiores mitos da tecnologia
(Fonte da imagem: ThinkStock)

As pilhas possuem uma carga elétrica que é gerada por processos químicos dos elementos utilizados em sua composição. E as baixas temperaturas podem fazer com que os elementos presentes nas baterias consigam gerar a eletricidade necessária para mais alguns minutos de utilização – em aparelhos que exijam pouca corrente, como controles remotos.
O site LifeHacker afirma que a refrigeração das pilhas funciona muito mais para retardar a dissipação da carga do que como um gerador de corrente. Por essa razão, o armazenamento em freezers para pilhas não alcalinas é recomendado – uma vez que elas perdem uma quantidade significativa de carga todos os dias.

2. Mac e Linux não têm vírus

Por muitos anos, os usuários do Windows sofreram com as piadinhas daqueles que utilizam outros sistemas operacionais. Essas brincadeiras eram geralmente voltadas ao fato de “somente o sistema da Microsoft ter vírus”. Mas será que Mac e Linux realmente são invulneráveis a qualquer ameaça virtual?
Os 7 maiores mitos da tecnologia
(Fonte da imagem: ThinkStock)

Realmente, existem menos pragas para os outros sistemas, mas o motivo para isso é muito simples: criar um código malicioso que afete o Windows pode ser muito mais proveitoso para os crackers – justamente por haver muito mais chances de acertos, devido ao número de usuários do sistema. Mas à medida que os outros crescem, certamente a quantidade de vírus vai crescer também.
Um bom exemplo disso é o Flashback, que atingiu o Mac OS X há pouco tempo. Depois desse fato, até mesmo a Apple admitiu que o seu sistema operacional não seria invulnerável. Sistemas portáteis também não são perfeitos, por essa razão o Android observa a quantidade de malwares crescendo constantemente e até mesmo o iOS já viu suas primeiras ameaças.

3. CD pirata pode danificar o aparelho de som?

Um dos pontos que é preciso analisar antes de comprar uma mídia virgem (CD-R) é a cor dela. Você pode não saber, mas isso influencia diretamente na qualidade do material que está sendo utilizado – pois indica qual o elemento-base da composição. Os discos piratas geralmente são feitos de fito-halocianino, pois é o mais barato que se pode encontrar (quando não há disfarce da coloração, são esverdeados).
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(Fonte da imagem: iStock)

E esse tipo de mídia apresenta menos densidade do que outras mais caras, por isso é comum que qualquer pequeno risco já faça um grande estrago na reprodução do áudio. Como informa o Clube do Hardware, discos de fito-halocianino são menos reflexivos do que os prateados, o que força os canhões de leitura a trabalhar acima da capacidade máxima e, dessa forma, reduz a vida útil deles.
Por essa razão, pode-se dizer que os CDs piratas são realmente prejudiciais aos aparelhos de som, mas desde que criados com compostos de baixa qualidade. O mesmo vale para discos de jogos e DVDs de filmes.

4. Video game estraga a televisão?

Isso é verdade e também é mito, depende de qual tipo de televisor estamos falando. Em 1985, o Nintendo Entertainment System (NES, também conhecido como Nintendinho) chegou aos Estados Unidos e foi o primeiro console a fazer um grande sucesso de vendas em todo o mundo. Naquela época, era comum que os jogos tivessem muitas imagens estáticas, principalmente os cenários.
Os 7 maiores mitos da tecnologia
Só mesmo as TVs de tubo sofriam com esse problema (Fonte da imagem: iStock)

Como os televisores utilizados no mesmo período eram de tubo CRT, com certa frequência era possível encontrar manchas nas telas (o chamado “burn-in”) após longas jornadas de jogatina. Mas o avanço dos video games fez com que isso fosse muito menos presente, devido principalmente à maior variedade de cores e movimentações nas partidas.
Vale dizer também que as televisões evoluíram. Com isso, a tecnologia utilizada parou de ser responsável por disparos de cátodos até o vidro e passou a ser composta por LCDs, LEDs e telas de plasma – estas últimas até sofrem com o burn-in, mas são mais facilmente corrigidas em casos de manchas.

5. Quantidade de memória é o que mais importa na placa de vídeo?

Alguns anos atrás, o que a maioria das pessoas queria saber na hora de comprar uma placa gráfica era: “Quantos MB de memória ela tem?”. O que parecia mais importante era exatamente isso, fazendo com que muitos pensassem apenas nessa especificação. O problema é que uma placa de vídeo com 1 GB de memória pode ser inferior a outra com 512 MB.
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(Fonte da imagem: iStock)

Isso acontece por dois fatores principais: tipo de memória utilizada e também processador gráfico existente na placa. A memória GDDR5 é muito superior à DDR3, principalmente quando estamos falando de uma aceleradora gráfica. Além disso, também devem ser observados alguns detalhes, como largura de banda de memória e interface dela – pois isso deixará claro quanto pode ser transferido por segundo.
A GPU (Unidade de Processamento Gráfico, que é o processador da placa) também é vital para essa análise. De nada adianta uma placa de vídeo com 1 GB de memória se o clock de processamento e a arquitetura utilizada não forem suficientes para calcular todas as informações que o consumidor precisa. Para entender melhor o assunto, clique aqui e acesse o "Glossário das placas de vídeo".

6. Ímãs podem apagar os dados de unidades de armazenamento?

Há alguns anos, o Tecmundo preparou um artigo que desvendava o mito de que ímãs próximos aos discos rígidos poderiam apagar dados importantes. Ficou claro que era preciso de uma força magnética muito grande para que isso acontecesse, mas será que o mesmo pode ocorrer com CDs e outras mídias de armazenamento?
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Completamente imune a ímãs (Fonte da imagem: iStock)

Como o eHow deixou bem claro, os dados não ficam gravados de forma magnética nos CDs e DVDs, ao contrário do que acontece com fitas VHS ou cassete – que são criadas com materiais magnéticos. Quando a dúvida chega aos pendrives, a influência também não existe. Qualquer tipo de memória Flash é imune aos ímãs, porque não existe nenhum magnetismo utilizado na produção delas.

7. Lasers e celulares podem derrubar aviões

Se você já viajou de avião, deve ter ouvido recomendações para desligar seu celular assim que as portas da aeronave forem fechadas. O principal motivo para isso, segundo a regulamentação da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), é evitar que o sinal dos aparelhos interfira no bom funcionamento dos equipamentos de navegação.
Os 7 maiores mitos da tecnologia
Não é uma boa hora para ligar e avisar que vai demorar (Fonte da imagem: iStock)

Um estudo da Boeing (uma das maiores fabricantes de aviões comerciais do mundo), colocou 16 aparelhos em uma aeronave (em solo) para determinar a influência deles nos equipamentos do avião. A conclusão foi que eles realmente fazem com que vários sinais diferentes sofram interferências, o que poderia ser prejudicial à segurança dos voos.
Quanto aos lasers apontados para os aviões, eles podem ser realmente perigosos. Giorge Tsuruta entrou em contato com o Tecmundo e nos contou o seguinte: "Os feixes de laser ganham amplitude conforme a distância e ao serem apontados para cabine "inunda" a mesma com luz intensa ofuscando a visão dos pilotos, que deixam de enxergar os instrumentos do painel e pista do aeroporto para pouso, exatamente como demonstrado na foto (abaixo). Se incidir diretamente sobre os olhos dos tripulantes pode até causar cegueira.
Os 7 maiores mitos da tecnologia
(Fonte da imagem: Campanha pela Segurança dos Pilotos de Aviação)

Tsuruta trabalha com Segurança de Voo e entrou em contato com nossa equipe para solicitar a correção, após termos dito que os lasers só atrapalhavam o voo se fossem incididos diretamente nos olhos dos pilotos. O Tecmundo agradece imensamente pela colaboração de Giorge Tsuruta.
.....
Viu como nem tudo o que falam por aí é verdade? Certamente você já havia escutado alguém falar alguns dos itens que citamos no texto. A partir de agora, sempre que você ouvir algo parecido com isso, já sabe como tirar a dúvida das pessoas.

Fonte: Tecmundo

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Linux: como usar o Steam

Linux: como usar o Steam

Uma das maiores plataformas para compra e download de jogos finalmente chegou ao Linux. Depois de anos de espera, a comunidade de software livre agora conta com uma versão oficial do aplicativo da Valve e já pode se divertir com os diversos jogos disponíveis para o serviço.
Quem já utilizou o Steam no Windows certamente vai se sentir em casa com a versão para Linux. Porém, se você nunca utilizou a aplicação, não precisa ficar com medo. O Tecmundo mostra todos os passos para tirar o máximo proveito dessa ferramenta, desde a instalação até o uso de suas funcionalidades.

O Steam

Ao contrário do que muitos usuários pensam, o Steam é muito mais do que uma ferramenta para baixar Demo de jogos. Com ele, você fica por dentro dos lançamentos, participa de uma comunidade de feras, compra games originais por muito menos, instala e gerencia seus jogos em diversas máquinas e com máxima segurança, baixa games de graça e ainda conta com suporte online.
Linux: como usar o Steam

Você vai precisar de...

  • Uma conta no Steam;
  • Uma distribuição Linux com suporte a pacotes DEB.
O Tecmundo possui um tutorial bem detalhado ensinando a criar uma conta no Steam. Clique aqui para acessá-lo e conferir todos os passos.

Instalando

Há duas maneiras de instalar o Steam em seu computador. A primeira delas é por meio da Central de Aplicativo do Ubuntu. Embora o serviço seja gratuito, é preciso ter um cartão de crédito cadastrado para conseguir prosseguir com o processo de instalação.
A segunda forma de obter o Steam é por meio do site do serviço na internet. Veja abaixo como é fácil baixar e instalar o aplicativo.
1) Acesse o site do Steam.
2) Clique sobre o ícone “Instalar o Steam”, presente no canto superior direito da tela.
3) Na página que aparecer, selecione a opção “Instala Steam agora”.
Linux: como usar o Steam

4) Um pacote DEB será baixado. Ao clicar sobre ele, a Central de Aplicativos do Ubuntu será executada.
5) Para finalizar, só pressione o botão “Instalar”, presente na coluna mais à direita da janela, e aguarde até que o processo de instalação seja concluído.
Linux: como usar o Steam

Observação

Durante o processo de instalação, é possível que o sistema solicite a senha de administrador (root) algumas vezes para realizar a cópia dos arquivos sem problemas.

A aplicação

Quase não há diferença entre visitar a loja do Steam pelo site na internet e pela aba “Loja” do programa. A lista de jogos é sempre a mesma, bem como as promoções e os destaques. O que muda um pouco é o visual do gerenciador. A barra de ferramentas presente na parte superior da tela do Steam permite que você acesse a loja do Steam, os jogos baixados em seu computador e as notícias do mundo dos jogos.
Já na tela inicial do aplicativo você confere os destaques da semana, com os principais lançamentos e promoções. Para buscar um título específico, é só utilizar a ferramenta de busca do aplicativo, a qual pode ser encontrada na coluna mais à direita da interface.
Linux: como usar o Steam

Para tornar o resultado da pesquisa mais preciso, é possível utilizar os filtros de categoria oferecidos pelo Steam. Dessa forma, fica bem mais fácil localizar o tipo de conteúdo desejado, seja ele uma versão de demonstração, um pacote de expansão, um trailer ou o jogo em si.

Apenas os compatíveis

Como você vai reparar, por padrão o Steam exibe a tela de jogos para Windows primeiro. Dessa forma, é preciso acessar a guia “Linux” para que apenas os jogos compatíveis com o seu sistema operacional sejam exibidos na lista.
O formato da tela inicial é o mesmo para o Linux ou os demais sistemas operacionais. Você pode conferir os lançamentos, os jogos mais vendidos e os mais populares. Selecionando qualquer game, você conta com sua descrição, vídeos e, é claro, opções para baixar sua demonstração ou comprar o game completo. Vale lembrar que nem todos os games possuem versão Demo.
Linux: como usar o Steam

A biblioteca de jogos para Linux no Steam ainda não é muito grande, mas já há alguns títulos bem interessantes disponíveis, como o Amnesia e o Crusader Kings II. A tendência é que outros jogos famosos ganhem versão para o sistema operacional livre.

A sua biblioteca

Todo o conteúdo baixado pelo Steam pode ser encontrado na aba “Biblioteca”. Na coluna mais à esquerda, é possível conferir uma lista com os itens armazenados no seu disco rígido, além daqueles que ainda estão sendo transferidos para o seu computador.
Mais à direita da janela, você confere uma série de informações a respeito do game selecionado, como as conquistas que ainda não foram alcançadas e as últimas notícias a respeito do título. O botão “Jogar”, que permite iniciar o jogo, também pode ser encontrado nessa parte principal da interface.
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Comunidade

O Steam também é uma comunidade online. Por meio do perfil que todo usuário cria com informações pessoais e foto, você encontra seus amigos e conhece gente nova. Isso é perfeito para aquele desafio multiplayer, lembrando que você conta sempre com uma sala de chat exclusiva para falar com seus amigos durante as partidas.
Além daquele headshot, você pode presentear seus amigos do Steam com um jogo novinho em folha. Sempre que você comprar um game, poderá enviá-lo para algum deles. Já algumas promoções oferecem pacotes com múltiplas cópias do mesmo jogo a preços reduzidos, assim você garante o confronto do final de semana e economiza alguns trocados.
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Mas se é informação o que você precisa, a comunidade do Steam oferece inúmeros fóruns que discutem desde dicas e truques até dificuldades técnicas, além de um suporte dedicado. Você envia suas dúvidas em português e recebe as respostas na mesma língua.

Como comprar um jogo

Para adquirir um game, é preciso clicar no botão “+ carrinho”, presente logo abaixo das imagens de destaque do jogo. Na tela seguinte, pressione o botão “COMPRAR PARA MINHA CONTA” ou “COMPRAR COMO PRESENTE”, se você quiser presentear alguém com o título.
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O próximo passo é preencher o cadastro com suas informações pessoais e os dados do seu cartão de crédito. Você só precisa adicionar esses elementos uma vez, pois o programa se encarrega de salvar as informações para as próximas compras. Vale lembrar que somente os cartões internacionais serão aceitos.
Para finalizar, confira se todos os dados estão corretos, aceite os termos de serviço e clique no botão “Comprar” para concluir a compra. Uma mensagem será enviada para o seu email concretizando a transação.

Vantagens do Steam

Preços mais baixos

A compra de jogos pelo Steam pode ser um bom negócio. O preço dos jogos comprados online normalmente são mais baixos do que aqueles vendidos nas lojas, pois você não precisa pagar pelos custos de impressão e logística da mídia e da embalagem física.
Outra vantagem dos games comprados pelo Steam é que eles não estão sujeitos a impostos ou aos valores agregados pelas lojas. No final das contas, um título que pode ser adquirido por R$ 100 nas lojas acaba saindo por pouco mais de R$ 50 no serviço da Valve.

Black Friday e promoções-relâmpago

Não é raro ver o Steam com uma promoção maluca de games famosos. Descontos de 30%, 50% e até 75% são bem comuns na loja do serviço. O legal é que essas ofertas duram apenas alguns dias e acabam de uma hora para outra, privilegiando aqueles que têm o costume de acessar o Steam todos os dias.
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Em dias de Black Friday, então, o Steam é famoso por descontos de até 90% de títulos conhecidos e até mesmo pela distribuição gratuita de jogos que ainda não são muito conhecidos. É uma maneira bem eficaz de combater a pirataria e oferecer muitas vantagens para o consumidor.

Fonte: Tecmundo