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terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Facebook, Microsoft e Google têm cursos online grátis para fazer em 2018

Google, Microsoft e Facebook oferecem cursos grátis pela Internet

Para encontrar novas oportunidades no mercado de trabalho em 2018, uma dica útil é fazer cursos grátis pela Internet e obter certificados para valorizar o currículo. Empresas de tecnologia, como Facebook, Microsoft e Google, oferecem cursos para quem quer se especializar em marketing digital e programação, por exemplo. Separamos algumas plataformas de cursos online para aperfeiçoar conhecimentos e experiências no próximo ano.

Blueprint

O Facebook possui uma plataforma chamada Blueprint (https://www.facebook.com/blueprint/courses), que oferece muitos cursos e webinars gratuitamente sobre marketing nas redes sociais do Mark Zuckerberg. São 68 opções atualmente, desde os mais básicos, como o curso “Criação de uma Página do Facebook” e “Introdução ao Instagram”, até os mais avançados como “Integração do Gerenciador de Monetização".

A duração varia de acordo com o tema e o curso é divido em pequenos módulos. O usuário pode estudar donforme sua disponibilidade. Não é necessário fazer inscrição nos cursos. Basta logar com o perfil do Facebook.

No Blueprint, você também pode conferir os resultados obtidos por algumas empresas que foram treinadas na plataforma. Os cursos possuem certificações que reforçam a credibilidade do negócio e/ou profissional de comunicação.

Google Activate

O Google também possui uma plataforma exclusiva com cursos sobre marketing digital, a Google Activate (https://www.google.es/landing/activate/home/). Os cursos são todos em espanhol, já que a ferramenta foi criada na Espanha. Mas qualquer pessoa de outro país pode estudar. Para isso, basta estar logado com sua conta do Google, escolher o curso que mais interessa e fazer uma inscrição informando nome e sobrenome, país, cidade e data de nascimento.

São oito cursos com duração de 40 horas cada e todos eles possuem certificações de organizações e instituições espanholas. Assim como a plataforma do Facebook, a Google Activate apresenta cases de sucesso. Há também opções de cursos presenciais.

Microsoft Virtual Academy

A Microsoft oferece cursos online gratuitos em TI, desenvolvimento e ciências de dados por meio da Microsoft Virtual Academy (https://mva.microsoft.com/). São mais de 200 cursos, todos apresentados por especialistas internacionais e com certificados de conclusão.

Apesar de estarem abertos para quem se interessar, as aulas são direcionadas para profissionais de TI e de banco de dados, desenvolvedores e alunos de cursos da área, como Ciência da Computação, Engenharia da Computação, Sistemas de Informação e Análise e Desenvolvimento de Sistemas.

Para fazer os cursos, é preciso um cadastro rápido na Microsoft (caso ainda não tenha). Depois, basta escolher quais e quantos cursos interessarem e fazer a inscrição.

Eu Posso Programar

O site Eu Posso Programar (http://www.eupossoprogramar.com/), da Microsoft, oferece cursos gratuitos básicos que ensinam a desenvolver páginas web e até aplicativos. O objetivo é proporcionar a integração de tecnologia e educação. O público-alvo são os jovens de 12 a 25 anos que moram na América Latina. Entretanto, qualquer pessoa de qualquer idade pode fazer os cursos.

O site também oferece ferramentas para os professores que desejam despertar o interesse dos seus alunos pela programação.

Fonte: techtudo

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Como desfragmentar o HD no Windows 10

Após alguns meses de uso, é normal que o PC perca um pouco do desempenho que tinha inicialmente. Isso se deve principalmente aos programas instalados e arquivos acumulados no HD, especialmente se eles estiverem fragmentados. Para otimizar o computador com o sistema da Microsoft e deixá-lo mais rápido, uma das ações de manutenção a se fazer é desfragmentar o disco rígido. Dessa forma, o sistema irá rearranjar arquivos em blocos próximos uns aos outros, diminuindo o tempo de busca e abertura dos aplicativos.

Confira abaixo como usar a ferramenta nativa do próprio Windows 10 para desfragmentar o disco rígido do seu computador. Utilize a ferramenta apenas se você possui um HD tradicional. Não é recomendável desfragmentar discos SSD.

Como desfragmentar o HD no Windows 10 (Foto: Divulgação/Microsoft )

Passo 1. Para abrir o aplicativo de desfragmentador de discos do Windows 10, basta acessar a busca do sistema e digitar "desfragmentar" (sem as aspas);

Abra o desfragmentador de discos (Foto: Reprodução/Helito Bijora)

Passo 2. Agora, selecione a unidade que você quer desfragmentar e clique em "Analisar". O aplicativo, então, irá calcular o grau de fragmentação da partição;

Analisando a fragmentação da partição (Foto: Reprodução/Helito Bijora)

Passo 3. Quando a análise terminar, se a partição estiver muito fragmentada, clique em "Otimizar" para iniciar a desfragmentação. Vale lembrar que o processo pode demorar várias horas;

Desfragmentando a unidade selecionada (Foto: Reprodução/Helito Bijora)

Passo 4. Você também pode configurar a manutenção automática para que o seu HD seja desfragmentado automaticamente. Para isso, clique em "Alterar configurações";

Configurando a manutenção automática (Foto: Reprodução/Helito Bijora)

Passo 5. Ative a opção "Executar seguindo um agendamento" e escolha a periodicidade. Por fim, clique em "OK" para salvar.

Configurando a manutenção automática (Foto: Reprodução/Helito Bijora)

Com essas dicas, você poderá usar o desfragmentador de discos do Windows 10 para otimizar o desempenho do seu computador.

terça-feira, 19 de julho de 2016

Windows 10: evite problemas e escolha como as atualizações são instaladas

O Windows 10 já está presente em mais de 75 milhões de dispositivos em todo o mundo. A adoção do novo sistema operacional tem caminhado a passos largos, e a Microsoft, claro, certamente está adorando.

O novo SO trouxe novidades e melhorias extremamente bem vindas, além de algumas polêmicas e problemas.

A Microsoft, além disso, deu um jeito de forçar as atualizações (via Windows Update) para todos os usuários. No Windows 10, não é possível ignorar os updates, embora os usuários da versão Pro possam adiar um pouco sua instalação.


Já no caso da versão Home, tudo é muito mais rápido e automático. Mas felizmente existe uma maneira de controlarmos pelo menos quando as atualizações devem ser instaladas, após o download.

É interessante ressaltarmos que um dos motivos para a Microsoft ter tomado tal decisão (devidamente mencionada nos termos da licença do Windows 10) foi aumentar a segurança dos usuários, forçando assim, por exemplo, a aplicação de correções e pacotes de segurança. Sem falar, é claro, que assim a empresa também reduz a fragmentação de sua plataforma, fazendo com que todos rodem as mesmas versões.

As instalações das atualizações baixadas podem causar problemas, entretanto. Você pode ter seu PC reiniciado sem que aquele documento importante no qual estava trabalhando tenha sido salvo.

Que tal, então, escolher quando o PC deve reiniciar para concluir a instalação dos updates?

1) No menu “Iniciar”, acesse a opção “Configurações”:


2) No aplicativo de configurações, acesse o grupo de opções “Atualização e segurança”:


3) Na próxima tela, clique em “Windows Update”, à esquerda, e utilize o link “Opções avançadas”, à direita:


4) Na tela seguinte, você perceberá que o Windows está configurado para instalar as atualizações automaticamente. O computador, desta forma, será reiniciado automaticamente quando você não o estiver usando.

Vamos alterar esta configuração. Mude para “Avisar antes de agendar reinicialização”, conforme imagem abaixo:


Pronto, a partir de agora você será notificado assim que uma atualização for baixada e estiver pronta para ser instalada. O Windows 10 irá também sugerir uma data e um horário, mas você pode alterar estas informações, de acordo com sua agenda e disponibilidade.

A partir de então, o sistema operacional também irá lhe avisar conforme for chegando o horário agendado. Uma janela é exibida nestas ocasiões, a qual possui inclusive um botão para o reagendamento, caso necessário:


Fonte: codigofonte.uol.com.br

terça-feira, 15 de março de 2016

Como desinstalar programas e aplicativos no Windows 10

Versões antigas do sistema operacional exigiam o uso do Painel de Controle, mas a atualização permite o processo direto no menu Iniciar



A Microsoft mudou muitas funções do Painel de Controle para o recurso Configurações no Windows 10. A mudança levou à duplicação de funcionalidades, como a desinstalação de programas tradicionais em ambos os locais.

O menu Iniciar

A maneira mais rápida de se livrar de um programa ou app no novo sistema operacional é pelo menu Iniciar. O processo se assemelha à remoção de apps da Store na tela inicial do Windows 8.1.

Uma vez aberto o menu Iniciar, encontre o programa a ser eliminado na lista “Todos os apps” ou nos tiles, clique com o botão direito, selecione Desinstalar e siga os wizards que o guiarão durante o processo.

O método passou a funcionar também nos programas tradicionais do desktop no Windows 10.

App Configurações

Para obter dados adicionais antes da remoção (como a data de instalação ou tamanho do software), tente o recurso Configurações. Para começar, clique em Iniciar > Configurações > Sistema > Apps & Funções e espere até a lista completa de programas instalados ser carregada.

O sistema separa os apps por tamanho, o que pode ser alterado por uma ordem alfabética no botão “Classificar por tamanho”.

Procure o app a ser removido na lista ou use a caixa de busca com a mensagem “Digite o nome de um aplicativo” para economizar tempo. Encontrado o programa, clique em seu nome para que o botão Desinstalar apareça.

Clicando nele, você receberá um aviso pop-up que o software e seus dados serão apagados. Selecione Desinstalar novamente na caixa e o processo será iniciado. Assim como no método do menu Iniciar, um wizard de desinstalação poderá aparecer.

O Painel de Controle ainda pode ser usado para a desinstalação, mas com a mudança da Microsoft para um modelo em constante desenvolvimento, não é possível saber até quando o método antigo será preservado.

Fonte: PC World

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

De volta ao topo!

Bill Gates. Foto: Getty Images
Bill Gates, cofundador da Microsoft, cocriador do Windows e ex-CEO da empresa de Redmond volta a ocupar o posto de homem mais rico do mundo, depois de ter perdido a posição no ano passado para o espanhol Amancio Ortega.

 De acordo com a nova lista publicada pela Business Insider, Bill Gates tem hoje riqueza acumulada no valor de US$ 87,4 bilhões — enquanto Ortega possui "apenas" US$ 66,8 bilhões. O pódio ainda é fechado por Warren Buffet, que tem nada menos do que US$ 60,7 bilhões.


Outros nomes bem importantes do mundo da tecnologia surgem no top 10 do ranking. Jeff Bezos (CEO da Amazon) está na quarta colocação com US$ 56,6 bilhões. Mais para baixo, Mark Zuckerberg (Facebook) chega na oitava posição com seus US$ 42,8 bilhões.

Fonte: Tecmundo

terça-feira, 16 de abril de 2013

Windows: como fazer pesquisas de forma mais rápida


Realizando pesquisas no Windows
(Fonte da imagem: iStock)

Embora as versões mais recentes do Windows já adotem um bom mecanismo de busca, às vezes os resultados podem demorar a aparecer. Essa característica pode ser ainda mais acentuada quando você realiza uma pesquisa de um termo no conteúdo de um arquivo (em um local que não esteja previamente indexado) ou quando você possui muitos itens no disco rígido.
Por isso, é sempre interessante conhecer ferramentas alternativas para realizar uma pesquisa, especialmente quando os resultados devem envolver todo o conteúdo do HD. O Everything Search Engine é um programa realmente eficiente para a tarefa, que permite, inclusive, filtrar os resultados para serem exatos ou excluir determinados formatos de arquivo.
Se você quer conhecer melhor as funções oferecidas pelo programa, acompanhe o tutorial abaixo para ver as suas principais opções. Vale observar que algumas das funcionalidades exibidas estão presentes apenas na versão Beta do aplicativo (que é a mais recente).

Pré-requisitos:


Baixar Everything Search Engine

Conhecendo o aplicativo

Quando você abre o aplicativo pela primeira vez, ele demora alguns instantes para carregar a lista de arquivos e diretórios presentes no seu computador. Isso ocorre devido ao fato de o programa realizar a indexação do conteúdo, mas, ainda assim, ele não leva mais do que um minuto para realizar a tarefa.
Carregando resultados
(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

Para cada um dos itens são mostrados o nome, o caminho e a data da última alteração. No entanto, caso você deseje, pode personalizar o que deve ser exibido, clicando com o botão direito do mouse na barra de títulos e escolhendo as opções desejadas.
Escolhendo o que exibir
(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

Uma vez carregada a lista, já é possível começar a sua busca. Veja que, ao digitar qualquer termo, os resultados coincidentes com a palavra já passam a ser exibidos em tempo real.
Realizando uma busca
(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

Além disso, o programa conta com uma série de filtros para você refinar a pesquisa. No menu “Search”, é possível escolher se os resultados devem levar em consideração o termo exato da busca, o caminho do arquivo ou a pronúncia da palavra, por exemplo.
Windows: como fazer pesquisas de forma mais rápida
(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

Adicionalmente, no mesmo menu, você pode definir o tipo de arquivo para o qual a busca deve ser aplicada (como áudio, documentos comprimidos, executáveis, pastas, fotografias, vídeos etc.). Para utilizar qualquer um desses filtros, basta selecionar a alternativa desejada.
Outra função interessante é a possibilidade de você adicionar uma pesquisa aos “Favoritos”. Assim, se você utiliza os resultados de uma busca constantemente, pode agilizar o acesso a esse tipo de conteúdo. Para utilizar essa função, digite o termo desejado no campo de pesquisa, entre no menu “Bookmarks” e escolha a opção “Add to bookmarks”.
Adicionando opções aos favoritos
(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

Em seguida, uma nova janela é aberta para que você configure os filtros desejados (para que os resultados sejam mais precisos). Além disso, você também pode adicionar um atalho de teclado para essa busca, definindo a combinação desejada em “Keyboard shortcut”.
Definindo as características dos favoritos
(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

O programa também suporta conexões do tipo ETP e é possível iniciar uma sessão por meio do menu “Tools” na opção “Connect to ETP Server”.
Acessando o servidor ETP
(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

Agora você conhece uma ferramenta alternativa para o mecanismo de pesquisa do Windows. O Everything Search Engine funciona a partir do Windows XP.

Fonte: Baixaki/Tecmundo

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Office 2013: como remover a animação de digitação do Word

Office 2013: como remover a animação de digitação do Word

Entre as diversas novidades implantadas pelo Office 2013, está um efeito de digitação que é utilizado no Word. O objetivo dessa ferramenta é o de deixar a escrita mais suave para os olhos — ou seja, as letras não aparecem bruscamente na tela. No entanto, o recurso pode acabar atrapalhando diversas pessoas.
O problema é que o efeito deixa a digitação mais lenta, de modo que o pessoal que consegue digitar com velocidade acaba tendo problemas, como o aparecimento atrasado de palavras. Dessa maneira, no lugar de ajudar, a animação passa a ser um empecilho, atrapalhando a escrita.
Contudo, se esses problemas estão acontecendo com você, não se preocupe, pois há uma maneira de remover a animação. No entanto, você vai precisar alterar algumas configurações de sistema, de modo que é aconselhável a utilização de um ponto de restauração para que qualquer defeito possa ser revertido.

Deixando tudo do seu jeito

Em primeiro lugar, é necessário que você abra a janela de “Executar” do Windows (Win + R) e digite o termo “regedit” (sem as aspas). Depois que a nova janela abrir, procure e clique na divisão “HKEY_CURRENT_USER”.
Office 2013: como remover a animação de digitação do Word
Em seguida, vá até a área chamada de “Software” e procure a alternativa “Microsoft”. Na nova divisão, clique em “Office”, depois em “15.0” e, finalmente, em “Common” — todas essas opções devem aparecer no lado esquerdo da sua janela.
Office 2013: como remover a animação de digitação do Word
Com tudo isso feito, clique com o botão direito do mouse na alternativa “Common”, depois em “Novo” e escolha a alternativa chamada simplesmente de “Chave”. Com isso, uma nova espécie de categoria vai ser criada.
Office 2013: como remover a animação de digitação do Word
No canto direito da sua tela, clique com o botão direito do mouse em uma área em branco e escolha a divisão “DWORD (32-bits) Value”. Depois disso, renomeie o novo valor criado como “DisableAnimation” (sem as aspas).
Office 2013: como remover a animação de digitação do Word
Quando tudo isso estiver pronto, dê um clique duplo no item recentemente criado por você e mude o valor (que deve aparecer como 0) para 1. Para que as alterações realizadas comecem a funcionar, é necessário que você reinicie o seu computador.
Office 2013: como remover a animação de digitação do Word
No caso de você desejar desfazer toda essa operação, simplesmente apague o valor DisableAnimation e reinicie a máquina novamente. Com isso, a animação vai voltar a funcionar normalmente no seu Word.

Fonte: Baixaki/Tecmundo

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Os 7 maiores mitos da tecnologia

Desde que somos pequenos, ouvimos muitas coisas que nos fazem crescer com medo de outras tantas – “engolir o chiclete faz o estômago colar”, por exemplo. E quando o assunto é tecnologia, isso também é verdade. Afinal de contas, qual avó nunca reclamou do video game por achar que ele poderia estragar a televisão da sala?
Hoje, reunimos alguns dos maiores mitos da tecnologia para dizer se eles são realmente verdadeiros ou se não passam de “histórias para boi dormir”. Fique atento, pois certamente você verá algo que alguém já lhe disse e você sempre duvidou se isso era real ou não.

1. Colocar a pilha no freezer pode recarregá-la?

Muitas pessoas têm o costume de colocar pilhas em refrigeradores e freezers para que elas sejam “recarregadas”. Mas a verdade é que isso é impossível de acontecer. “Tecmundo, eu juro que uma vez a bateria do controle remoto acabou e, depois de deixá-la no freezer, voltou a funcionar!”. Sim, nós sabemos que isso é verdade, mas o que aconteceu nesse caso não foi uma recarga, mas uma ativação de carga.
Os 7 maiores mitos da tecnologia
(Fonte da imagem: ThinkStock)

As pilhas possuem uma carga elétrica que é gerada por processos químicos dos elementos utilizados em sua composição. E as baixas temperaturas podem fazer com que os elementos presentes nas baterias consigam gerar a eletricidade necessária para mais alguns minutos de utilização – em aparelhos que exijam pouca corrente, como controles remotos.
O site LifeHacker afirma que a refrigeração das pilhas funciona muito mais para retardar a dissipação da carga do que como um gerador de corrente. Por essa razão, o armazenamento em freezers para pilhas não alcalinas é recomendado – uma vez que elas perdem uma quantidade significativa de carga todos os dias.

2. Mac e Linux não têm vírus

Por muitos anos, os usuários do Windows sofreram com as piadinhas daqueles que utilizam outros sistemas operacionais. Essas brincadeiras eram geralmente voltadas ao fato de “somente o sistema da Microsoft ter vírus”. Mas será que Mac e Linux realmente são invulneráveis a qualquer ameaça virtual?
Os 7 maiores mitos da tecnologia
(Fonte da imagem: ThinkStock)

Realmente, existem menos pragas para os outros sistemas, mas o motivo para isso é muito simples: criar um código malicioso que afete o Windows pode ser muito mais proveitoso para os crackers – justamente por haver muito mais chances de acertos, devido ao número de usuários do sistema. Mas à medida que os outros crescem, certamente a quantidade de vírus vai crescer também.
Um bom exemplo disso é o Flashback, que atingiu o Mac OS X há pouco tempo. Depois desse fato, até mesmo a Apple admitiu que o seu sistema operacional não seria invulnerável. Sistemas portáteis também não são perfeitos, por essa razão o Android observa a quantidade de malwares crescendo constantemente e até mesmo o iOS já viu suas primeiras ameaças.

3. CD pirata pode danificar o aparelho de som?

Um dos pontos que é preciso analisar antes de comprar uma mídia virgem (CD-R) é a cor dela. Você pode não saber, mas isso influencia diretamente na qualidade do material que está sendo utilizado – pois indica qual o elemento-base da composição. Os discos piratas geralmente são feitos de fito-halocianino, pois é o mais barato que se pode encontrar (quando não há disfarce da coloração, são esverdeados).
Os 7 maiores mitos da tecnologia
(Fonte da imagem: iStock)

E esse tipo de mídia apresenta menos densidade do que outras mais caras, por isso é comum que qualquer pequeno risco já faça um grande estrago na reprodução do áudio. Como informa o Clube do Hardware, discos de fito-halocianino são menos reflexivos do que os prateados, o que força os canhões de leitura a trabalhar acima da capacidade máxima e, dessa forma, reduz a vida útil deles.
Por essa razão, pode-se dizer que os CDs piratas são realmente prejudiciais aos aparelhos de som, mas desde que criados com compostos de baixa qualidade. O mesmo vale para discos de jogos e DVDs de filmes.

4. Video game estraga a televisão?

Isso é verdade e também é mito, depende de qual tipo de televisor estamos falando. Em 1985, o Nintendo Entertainment System (NES, também conhecido como Nintendinho) chegou aos Estados Unidos e foi o primeiro console a fazer um grande sucesso de vendas em todo o mundo. Naquela época, era comum que os jogos tivessem muitas imagens estáticas, principalmente os cenários.
Os 7 maiores mitos da tecnologia
Só mesmo as TVs de tubo sofriam com esse problema (Fonte da imagem: iStock)

Como os televisores utilizados no mesmo período eram de tubo CRT, com certa frequência era possível encontrar manchas nas telas (o chamado “burn-in”) após longas jornadas de jogatina. Mas o avanço dos video games fez com que isso fosse muito menos presente, devido principalmente à maior variedade de cores e movimentações nas partidas.
Vale dizer também que as televisões evoluíram. Com isso, a tecnologia utilizada parou de ser responsável por disparos de cátodos até o vidro e passou a ser composta por LCDs, LEDs e telas de plasma – estas últimas até sofrem com o burn-in, mas são mais facilmente corrigidas em casos de manchas.

5. Quantidade de memória é o que mais importa na placa de vídeo?

Alguns anos atrás, o que a maioria das pessoas queria saber na hora de comprar uma placa gráfica era: “Quantos MB de memória ela tem?”. O que parecia mais importante era exatamente isso, fazendo com que muitos pensassem apenas nessa especificação. O problema é que uma placa de vídeo com 1 GB de memória pode ser inferior a outra com 512 MB.
Os 7 maiores mitos da tecnologia
(Fonte da imagem: iStock)

Isso acontece por dois fatores principais: tipo de memória utilizada e também processador gráfico existente na placa. A memória GDDR5 é muito superior à DDR3, principalmente quando estamos falando de uma aceleradora gráfica. Além disso, também devem ser observados alguns detalhes, como largura de banda de memória e interface dela – pois isso deixará claro quanto pode ser transferido por segundo.
A GPU (Unidade de Processamento Gráfico, que é o processador da placa) também é vital para essa análise. De nada adianta uma placa de vídeo com 1 GB de memória se o clock de processamento e a arquitetura utilizada não forem suficientes para calcular todas as informações que o consumidor precisa. Para entender melhor o assunto, clique aqui e acesse o "Glossário das placas de vídeo".

6. Ímãs podem apagar os dados de unidades de armazenamento?

Há alguns anos, o Tecmundo preparou um artigo que desvendava o mito de que ímãs próximos aos discos rígidos poderiam apagar dados importantes. Ficou claro que era preciso de uma força magnética muito grande para que isso acontecesse, mas será que o mesmo pode ocorrer com CDs e outras mídias de armazenamento?
Os 7 maiores mitos da tecnologia
Completamente imune a ímãs (Fonte da imagem: iStock)

Como o eHow deixou bem claro, os dados não ficam gravados de forma magnética nos CDs e DVDs, ao contrário do que acontece com fitas VHS ou cassete – que são criadas com materiais magnéticos. Quando a dúvida chega aos pendrives, a influência também não existe. Qualquer tipo de memória Flash é imune aos ímãs, porque não existe nenhum magnetismo utilizado na produção delas.

7. Lasers e celulares podem derrubar aviões

Se você já viajou de avião, deve ter ouvido recomendações para desligar seu celular assim que as portas da aeronave forem fechadas. O principal motivo para isso, segundo a regulamentação da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), é evitar que o sinal dos aparelhos interfira no bom funcionamento dos equipamentos de navegação.
Os 7 maiores mitos da tecnologia
Não é uma boa hora para ligar e avisar que vai demorar (Fonte da imagem: iStock)

Um estudo da Boeing (uma das maiores fabricantes de aviões comerciais do mundo), colocou 16 aparelhos em uma aeronave (em solo) para determinar a influência deles nos equipamentos do avião. A conclusão foi que eles realmente fazem com que vários sinais diferentes sofram interferências, o que poderia ser prejudicial à segurança dos voos.
Quanto aos lasers apontados para os aviões, eles podem ser realmente perigosos. Giorge Tsuruta entrou em contato com o Tecmundo e nos contou o seguinte: "Os feixes de laser ganham amplitude conforme a distância e ao serem apontados para cabine "inunda" a mesma com luz intensa ofuscando a visão dos pilotos, que deixam de enxergar os instrumentos do painel e pista do aeroporto para pouso, exatamente como demonstrado na foto (abaixo). Se incidir diretamente sobre os olhos dos tripulantes pode até causar cegueira.
Os 7 maiores mitos da tecnologia
(Fonte da imagem: Campanha pela Segurança dos Pilotos de Aviação)

Tsuruta trabalha com Segurança de Voo e entrou em contato com nossa equipe para solicitar a correção, após termos dito que os lasers só atrapalhavam o voo se fossem incididos diretamente nos olhos dos pilotos. O Tecmundo agradece imensamente pela colaboração de Giorge Tsuruta.
.....
Viu como nem tudo o que falam por aí é verdade? Certamente você já havia escutado alguém falar alguns dos itens que citamos no texto. A partir de agora, sempre que você ouvir algo parecido com isso, já sabe como tirar a dúvida das pessoas.

Fonte: Tecmundo

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Outlook.com: como salvar o histórico do bate-papo

Pré-requisitos

  • Conta no Outlook.com (é a mesma do Hotmail).

Faça você mesmo

Na página inicial do serviço, selecione o ícone de engrenagem e clique sobre a opção “Mais configurações de email”.
Outlook.com: como salvar o histórico do bate-papo
A tela seguinte exibe diversas configurações. No tópico “Gerenciando sua conta”, clique em “Histórico de mensagens”.
Outlook.com: como salvar o histórico do bate-papo
Como padrão, o histórico do bate-papo não é salvo pelo Outlook.com. Para mudá-lo, marque “Salvar mensagens instantâneas” e clique sobre “Salvar”.
Outlook.com: como salvar o histórico do bate-papo
Feito isso, demora algum tempo para a opção “Histórico de mensagens” ficar disponível – ela deve aparecer em “Pastas”, na tela principal do email. Ao abrir um histórico de conversas, as mesmas opções disponíveis para um email aparecem para ela, então não há segredo. Se você quiser uma cópia do bate-papo em seu computador, basta copiar o texto e colá-lo em um documento do Word ou Bloco de notas.

Fonte:Baixaki