terça-feira, 12 de setembro de 2017

Pequenas mudanças podem melhorar a velocidade do seu PC e evitar despesas com um novo computador

Em muitas situações, computador possui arquivos e programas que ocupam muito espaço e não são muito utilizados 
(Imagem: iStock)

Ao utilizar o computador pela primeira vez, ficamos impressionados com a velocidade do sistema. Com o tempo, a máquina perde o desempenho inicial e passa a executar programas com lentidão. Isso acontece, principalmente, porque ao criar arquivos e instalar programas novos, o HD (hard disk, ou disco rígido, em português) fica desorganizado e dificulta a leitura de informações.

Para evitar despesas com um novo computador , é possível tomar algumas medidas simples que ajudam a organizar o disco rígido e definir configurações mais adequadas para a máquina. Além disso, existem programas que ajudam a melhorar o processamento de informações no PC ou no Mac. Confira cinco dicas simples que ajudam a tornar a máquina mais veloz.

1) Remova programas e arquivos desnecessários

Manter na máquina programas que não são utilizados com frequência é um dos principais fatores responsáveis por alterar a velocidade do computador . Em muitas situações, o disco rígido fica sobrecarregado por conta de jogos e programas muito pesados. É importante verificar com frequência se a máquina conta com softwares que podem ser desinstalados.

Para remover programas, visite o Painel de Controle , procure pela aba Programas e clique em Desinstalar programa. A janela exibirá uma lista com o que foi instalado no computador. Em seguida, basta selecionar o programa desejado e clicar no botão Desinstalar. Ordenar os programas por tamanho é uma boa opção. Assim, fica mais fácil remover apenas os itens que farão uma diferença significativa no HD.

Arquivos antigos e utilizados em poucas ocasiões podem parecer inofensivos, mas dependendo da escala, podem ser os grandes culpados por deixar o computador lento. É importante conferir se existem muitos arquivos desse tipo na máquina. No Windows , a verificação deve ser feita por meio de programas de terceiros. SpaceSniffer e WinDirStar são opções gratuitas que ajudam a identificar os arquivos que ocupam mais espaço no disco rígido . No Mac, utilize o gerenciador de arquivos Finder . A aba Todos os Meus Arquivos permite saber tudo o que está instalado no aparelho e informa até mesmo quando cada arquivo foi aberto pela última vez.

2) Faça uma desfragmentação do disco

Se a remoção de programas não surtir efeito, o computador provavelmente precisa de uma desfragmentação de disco. À medida que arquivos e programas são criados e deletados, o computador inclui ou retira informações de locais diferentes do disco rígido, deixando-os separados e dificultando a leitura dos dados.

O procedimento organiza o conteúdo salvo no HD e possibilita uma leitura de documentos mais veloz. Para realizar a desfragmentação do disco no Windows, acesse o Painel de Controle e escolha a opção Sistema e Segurança. Em seguida, clique em Desfragmentar Seu Disco Rígido e selecione o disco que será analisado – a unidade "C:" é o padrão para o sistema operacional. Clique em Analisar Disco e aguarde. A desfragmentação pode levar horas para ser finalizada. Por isso, é interessante iniciar procedimento à noite, quando ninguém estiver usando a máquina.

Boa parte das correções no Windows pode ser feita por meio do Painel de Controle
(Imagem: Reprodução)

De acordo com a Apple, o Mac raramente precisa de uma desfragmentação pois o sistema organiza os arquivos automaticamente. Se o computador estiver lento, é possível utilizar o programa Utilitário de Disco para consertá-lo.

3) Evite executar programas ao iniciar

Se o principal problema do computador é a velocidade no processo de inicialização , verifique se existem programas configurados para serem executados automaticamente. No Windows, a verificação pode ser feita por meio do Gerenciador de Tarefas , que pode ser exibido por meio do atalho "Ctrl + Shift + Esc". Na aba Inicializar, selecione os programas indesejados e clique em Desabilitar.

No Mac, é possível remover programas da inicialização nas Preferências do Sistema . Em seguida, selecione Usuários e Grupos e escolha o usuário desejado. Ao abrir a aba Itens In. de Sessão, o usuário pode verificar o que está sendo executado quando liga o computador. Para remover um aplicativo, selecione-o e clique sobre o "-".

4) Elimine vírus e malware

Antivírus deve equilibrar bom desempenho e preço de acordo com a expectativa
(Imagem: iStock)
Alguns usuários acreditam que antivírus podem atrapalhar ainda mais o processamento do computador, especialmente em casos de máquinas mais antigas e disco rígido modesto. Entretanto, uma proteção extra pode ser importante não apenas para manter as informações seguras, mas também para evitar que vírus possam prejudicar o desempenho do PC.

É importante analisar qual o melhor antivírus de acordo com suas necessidades. O Microsoft Security Essentials vêm instalado em algumas versões do Windows, mas o usuário pode optar por programas de terceiros como Kaspersky, AVG e Panda Cloud, por exemplo.

O mesmo vale para o Mac. Apesar de muitos acreditarem que o computador da Apple não pode ser afetado por códigos maliciosos, é interessante mantê-lo com uma segurança adicional por meio de programas gratuitos como Avas e Sophos.

5) Use programas online

Atualmente, muitos programas disponibilzam versões web. O Office, por exemplo, pode ser usado diretamente no navegador em vez de ser instalado na máquina. Ainda existem opções como os aplicativos do Google Drive e o Adobe Buzzword, que permitem criar documentos de texto com quase todos os recursos do pacote da Microsoft.

Serviços de armazenamento na nuvem como Dropbox e iCloud também são saídas interessantes. Além de não ocuparem espaço no HD e serem executados com mais rapidez, alternativas online para os programas instalados no computador têm a possibilidade de serem acessados em qualquer lugar, facilitando a vida do usuário.
Fonte: http://tecnologia.ig.com.br/dicas/2016-07-22/computador-lento.html

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Saiba escolher o roteador Wi-Fi ideal para a sua casa


Poucos itens são tão necessários para a vida moderna quanto um roteador - aquele pequeno dispositivo usado para transmitir sua internet banda larga para toda a casa sem fios. Contudo, escolher o modelo ideal nem sempre é a tarefa mais fácil de todas.

Há alguns detalhes a que você precisa se atentar antes de comprar um roteador, porém. Um deles é essa numeração, seguida de uma ou mais letras, destacada na embalagem de qualquer modelo: 802.11. Todo roteador vem com esse número, mas o que importa mesmo é a letra que vem depois dele.

Trata-se do protocolo usado pelo roteador para espalhar Wi-Fi ao seu redor. As primeiras gerações usavam o padrão B (identificado pela sequência 802.11b), seguidas pelos padrões G, N e, mais recentemente, pelo AC. Quanto mais moderno o protocolo usado pelo roteador, melhor ele é.

Um roteador 802.11ac, por exemplo, é capaz de oferecer velocidades muito maiores de acesso à internet, manter a conexão estável em mais dispositivos ao mesmo tempo (seu celular, seu notebook e sua Smart TV, por exemplo) e alcançar áreas maiores também.

Isso não significa que você pode simplesmente correr até a loja e comprar o roteador mais barato com padrão AC que encontrar. Não basta que o roteador use o protocolo 802.11ac, é preciso que o seus dispositivos também tenham suporte a esse padrão mais recente. Antes de comprar um desses, portanto, verifique se seu smartphone, sua TV e seu PC estão preparados para essa conexão.

Outro número que causa confusão é o dos gigahertz. Trata-se da frequência de rádio na qual o seu sinal Wi-Fi será distribuído. A maioria dos aparelhos se apresentam usando as frequências de 2,4 GHz ou 5 GHz. Esta última oferece velocidades mais altas, mas nem todo dispositivo (celular, PC, videogame) tem suporte a ela.

O ideal nesse caso é escolher um roteador que opere nas duas frequências, 2,4 GHz e 5 GHz, de modo que consiga alternar entre as duas automaticamente para lhe oferecer a melhor conexão, por via das dúvidas. Se você sabe exatamente a quais frequências seus dispositivos estão adaptados, então escolha o roteador que oferece a frequência compatível.

Dê preferência, portanto, a roteadores que ofereçam uma velocidade máxima condizente com a internet contratada por você. Apenas compre roteadores com mais de uma antena ou de padrão AC se você espera que mais de cinco ou seis dispositivos estejam conectados ao Wi-Fi ao mesmo tempo regularmente, e se sua casa tiver mais de 50 metros quadrados.

Mesmo que você encontre roteadores de padrão B ou G mais baratos, não é recomendável que você invista dinheiro neles. Esses modelos já são, em sua maioria, ultrapassados, e, além de não oferecer a melhor das conexões, também deixam a desejar no quesito segurança, deixando sua rede vulnerável a ataques hackers não muito sofisticados. 

Isso não quer dizer que é preciso gastar rios de dinheiro num roteador. Um modelo de qualidade, para a maioria dos usuários, pode custar entre R$ 100 e R$ 180. 

Fonte: Olhar Digital

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Android: economize bateria fazendo um ajuste no WiFi

Todos nós já passamos por situações em que precisamos economizar ao máximo a bateria do smartphone. São inúmeros os pequenos ajustes que podem ser feitos para salvar minutos úteis antes de o celular desligar. Um deles está nas configurações do WiFi, e pouca gente conhece. Veja como ajustar no passo a passo abaixo:

1. Abra o app de Configurações do seu Android e toque sobre “Wi-Fi”.


2. Desative a chave seletora se ela estiver ligada.

3. Nas letras pequenas, toque em “configurações de verificação”

4. Desative as duas chaves de verificação: Wi-Fi e Bluetooth.


Fazendo isso, você vai limitar o uso do sensor de WiFi do smartphone para que ele só seja útil quando o celular estiver realmente conectado à internet fixa. Ele não vai manter o WiFi e o Bluetooth ligados em segundo plano durante o período em que você não os estiver usando.

Esse ajuste pode prejudicar a localização do GPS, mas acreditamos que isso não importa muito quando se precisa economizar bateria.

Fonte: TecMundo

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Facebook domina ranking de redes sociais mais usadas no mundo

Um ranking do portal de estatísticas Statista demonstrou que o Facebook é a rede social com maior número de acessos em todo o mundo. Além disso, a plataforma também é dona de outros três serviços que compõem o ranking das cinco mais usadas.

A pesquisa foi feita com dados divulgados pelas próprias plataformas sobre o número de usuários ativos por mês e inclui as informações mais recentes, obtidas no período entre dezembro de 2016 e julho de 2017.



De acordo com o levantamento feito pels Statisa, o Facebook reina e ocupa a primeira posição, com 2 bilhões de usuários ativos por mês. Em seguida estão o WhatsApp (1,3 bilhão), Messenger (1,2 bilhão), WeChat(938 milhões) e Instagram (700 milhões) completando a lista.

Destes, apenas o penúltimo não pertence ao grupo de Mark Zuckerberg, e sim à chinesa Tencent, que também é dona do sexto lugar, o Qzone , rede social com força na China e possui 632 milhões de usuários ativos.

Vale notar que a pesquisa entende o Messenger, o WhatsApp e o WeChat, que são mensageiros, como redes sociais (que cabem mais em sites/apps que tem perfil de usuário com página dedicada, como é no Facebook).

As outras redes sociais mais ativas, segundo o estudo, são o também chinês Weibo (340 milhões), Twitter (328 milhões), Pinterest (175 milhões), Snapchat (166 milhões) e o russo Vkontakte (95 milhões). Destas plataformas, apenas o Snapchat libera o número estimado de usuários ativos por dia — ou seja, pessoas que usam o aplicativo sempre.

Fonte: TechTudo