quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Veja algumas dicas de como usar a internet para procurar emprego

A internet se tornou uma ferramenta essencial para quem busca trabalho.
(Foto: Barn Images)


"A sua candidatura a esta vaga foi concluída", dizem os sites de empresas e recursos humanos quando você envia um currículo ao se interessar por uma posição qualquer. O que boa parte desses sites não diz é: "E além da sua, as de outras dezenas, centenas, ou até milhares de pessoas". 

A desocupação no Brasil aumentou e os salários dos trabalhadores empregados sofreram redução mais uma vez. De setembro para outubro, a taxa de desemprego passou de 7,6% para 7,9% - o índice mais elevado para outubro desde 2007, quando a desocupação chegou a 8,7%. A população desocupada somou 1,9 milhão de pessoas e mostrou um aumento de 67,5% em relação a outubro de 2014, quando a taxa era de 4,7%.

A internet se tornou uma ferramenta essencial para quem busca trabalho, mas especialmente em tempos de crise econômica - e competição acirrada pelos poucos postos disponíveis - é um desafio chamar a atenção de recrutadores e sair na frente de tantos outros candidatos.

"Não adianta cadastrar seu currículo em toda empresa ou site que aparece, nem ficar enviando e-mails para qualquer um com currículos anexados", diz a consultora de carreiras Maria Candida Baumer de Azevedo, da People & Results. "Ficou mais fácil para todo mundo mandar um currículo para uma vaga, então a questão é como se destacar no meio dessa multidão."

Confira abaixo quatro recomendações para quem quer usar a internet de maneira eficiente para buscar trabalho.

1) Esteja ciente dos 'filtros' e da necessidade de 'palavras-chave'

Você já enviou seu currículo umas cem vezes e tem a impressão que ninguém está lendo suas credenciais? Pode ser que esteja certo.

Azevedo explica que, como os recrutadores muitas vezes recebem centenas de currículos pela rede, tendem a fazer a primeira triagem por meio de filtros eletrônicos.

As empresas podem delimitar a idade, cargo, formação acadêmica e conhecimentos de idiomas dos profissionais ou fazer buscas por "palavras-chave", que em geral estão ligadas à área de atuação ou função do profissional.

Por exemplo, se elas procuram alguém para a área comercial, pode ser que procurem por "vendas", "vendedor" ou talvez algo mais específico.

Se não aparecerem essas palavras, ainda que o profissional tenha alguma experiência em marketing que possa ser útil para a posição anunciada, por exemplo, o currículo pode nem ser lido.

"Se eu estou precisando de um gerente ou diretor do setor farmacêutico e ter experiência na área é essencial, não me adianta receber ótimos currículos do setor de óleo e gás ou mineração", diz Jorge Martins, gerente de divisão da empresa de recrutamento especializado Robert Half.

"Vou procurar no currículo justamente a referencia ao setor em que estou interessado. Então talvez seja interessante traçar uma estratégia em sua busca de emprego, focar nas vagas para as quais realmente tem chance porque cumpre os pré-requisitos anunciados ou em empresas nas quais você sabe que a sua experiência vai fazer a diferença."

Alexandre Ullmann, do LinkedIn, acrescenta que, para quem fala outro idioma, pode ser interessante fazer o currículo ou perfil profissional nessa outra língua, além do português, por que às vezes algumas empresas e multinacionais fazem suas buscas por termos estrangeiros. "Isso aumenta as suas chances de ser encontrado em meio a tantos profissionais qualificados", diz ele.

2) Use as redes sociais para ampliar contatos

Grupos de discussão específicos em redes sociais como Facebook e LinkedIn podem ser úteis porque às vezes algumas vagas são compartilhadas nesses canais. Para Azevedo, porém, permitir que o profissional expanda e fortaleça sua rede de contatos é a principal contribuição dessas redes para quem busca trabalho.

"Cerca de 60% das vagas disponíveis no mercado são preenchidas por indicação. Nem chegam a ser anunciadas", diz a consultora. "Então é essencial que as redes sejam usadas para marcar encontros e manter contato com profissionais que você conhece ou que trabalham em áreas e lugares de seu interesse."

Para ela, o LinkedIn se tornou a principal rede social para contatos de trabalho, então quem está em busca de uma nova posição no mercado precisaria manter seu perfil atualizado nessa plataforma. De fato. No último ano, 3 milhões de brasileiros teriam se inscrito no site, segundo seus controladores, totalizando um total de 22 milhões de usuários no país.

"E ao contactar alguém, o ideal é nunca pedir emprego diretamente", diz Azevedo. "Vai pegar mal se você não fala com a pessoa há três anos e escreve só para pedir trabalho. Uma alternativa é mostrar interesse pelo que ela está fazendo. Talvez marcar um almoço. Você pode sugerir soluções para um problema que ela tenha com base em sua experiência, por exemplo. Contribuir para discussões na rede com informações relevantes sobre sua área também pode ser útil se isso for visto por seus contatos. O objetivo é que as pessoas lembrem de você se souberem de uma vaga ou de uma oportunidade em algum projeto."

Ullmann, do LinkedIn, diz que currículos com fotos passam mais credibilidade e são muito mais acessados. "Outra dica é fazer um resumo dos pontos fortes de sua formação e experiência profissional logo no início de seu perfil", diz ele.

Para Martins, fortalecer a rede de contatos é importante principalmente para profissionais qualificados e já com alguma experiência. "Mas acho que se você está começando a carreira agora ou trabalha no operacional, o caminho é mesmo enviar currículos", diz.

Na opinião dele, não há problema em ser direto ao contactar alguém na rede que você acha que pode lhe ajudar a conseguir um trabalho. "O ideal é que você seja franco e diga de maneira clara como vai contribuir para a empresa em que ele trabalha ou para seus projetos. Mostre como pode fazer a diferença."

3) Cuide da imagem nas redes

Até os anos 90, quando os candidatos entregavam currículos na porta das empresas ou procuravam anúncios nos classificados de jornais, era na entrevista que um recrutador formava sua primeira impressão de um profissional.

Hoje, essa primeira impressão vem de seu perfil em redes sociais, comentários e fotos.

"Os recrutadores com certeza vão checar o que a pessoa publica, tentar entender quem ela é pelo que está nas redes e ver se isso bate com o que está no currículo. Eu mesmo já deixei de contratar algumas pessoas em função do que elas publicavam", diz Azevedo.

Uma recomendação básica dos especialistas é checar suas configurações de privacidade, evitando que fotografias pessoais possam ser acessadas por qualquer um.

"Se a pessoa se mostra muito festeira nas redes sociais e na entrevista diz que sua vida é só trabalho, não vai colar", diz Martins. "Também evitaria comentários sobre temas polêmicos ou que despertam paixões, como política ou futebol."

Azevedo diz que algumas empresas e recrutadores costumam checar o perfil no LinkedIn dos candidatos, porque sabem que por essa ser uma rede aberta, tende a ser confiável. "Ter o respaldo de colegas e ex-chefes ali pode contar pontos", diz ela.

4) Baixe aplicativos de busca de vagas

Alguns aplicativos já permitem o cadastro de currículos, ajudam candidatos a buscar vagas no mercado e fazem notificações quando surge uma posição que possa lhe interessar.

Alguns exemplos são o LinkedIn Job Search, criado em 2014, o Empregos (ligado a servidores do site Indeed) e o Infojobs.com.br. O site de busca de empregos Catho também tem seu aplicativo que, segundo a empresa, permitiria o acesso a 5 mil novas vagas por dia.

"Se você está na fila do banco ou eu uma dessas reuniões intermináveis do trabalho, pode aproveitar para conferir, pelo smartphone, as oportunidades que estão sendo abertas no mercado", diz Elen Souza, consultora de carreira da Catho.

"Isso é importante porque, muitas vezes, as novas posições são preenchidas rapidamente. Quanto antes você se informar, maiores serão suas chances de conseguir um novo trabalho."

Fonte: Tecnologia IG/ G1

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Como bloquear notificações de apps chatos no Android

As notificações podem ser um recurso bastante interessante nos smartphones, mas elas podem se transformar em um verdadeiro tormento quando mal exploradas pelas desenvolvedoras de aplicativos. Para os usuários, isso significa um mar de avisos pipocando na tela, o que é realmente irritante.

Se você quer dar uma limitada nas notificações que chegam à sua tela, uma das opções é usar o aplicativo Denotify. Ele é capaz de controlar todos os programas com diversos tipos de opções e configurações, deixando todo o poder na suas mãos. Confira como proceder:

1. Faça o download do aplicativo Denotify no seu smartphone

2. Em seguida, abra o programa e toque em “Ir para Configurações”. Selecione a opção “Denotify” e toque em “OK”


3. Retorne ao aplicativo e toque no botão inferior para escolher os aplicativos que você quer bloquear


4. Em seguida, abra cada um dos aplicativos e toque no botão verde, em formato de olho


5. Agora escolha o tipo de bloqueio:

“Permanente” vai restringir todas as notificações

“Tempo” deixa você escolher uma faixa de horário para não ser incomodado

Em “Por conteúdo” é possível filtrar notificações que contenham determinadas palavras

“WiFi” permite a você bloquear as mensagens por rede

Ou você poderá bloquear uma notificação pelo ID específico do aplicativo na opção “Por ID de notificação”

6. Denotify ainda conta com opções para alterar o comportamento das notificações de cada aplicativo, como som, vibração e até alertas de luz.

Fonte: Tecmundo / Denotify

domingo, 8 de novembro de 2015

5 dicas para configurar e utilizar o antivírus Avira

O Avira Free Antivírus oferece algumas boas funcionalidades gratuitas para manter o seu computador protegido contra vírus e malwares. As funções principais incluem varreduras completas no sistema, ativação do Firewall do Windows, app para proteger o celular e mais. Além disso, ele disponibiliza extensões que são aplicadas nos navegadores para potencializar a segurança dos dados dos usuários. Está precisando de um antivírus? Então veja cinco dicas para conhecer as funcionalidades do Avira.



Sete conselhos de segurança para ninguém descobrir a senha do seu Wi-Fi

1) Varredura no computador

Para começar é essencial fazer uma análise no computador para ter certeza de que não há algum malware ou vírus oculto no sistema. Na tela inicial do Avira, basta clicar em “Varrer completa do sistema”.

O recurso será inicializado automaticamente, mostrando um relatório com a quantidade de arquivos verificados, tempo total da análise e se encontrou alguma ameaça. O processo demora conforme a quantidade de arquivos existentes no computador, o que pode levar desde 30 minutos até mais de 2h.

Fazendo a varredura do sistema com o Avira (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Além da verificação completa, você pode fazer uma varredura em áreas específicas no disco rígido, como mídias externas em CDs e PenDrives, por meio da opção “System Scanner”, no menu lateral do Avira. Depois basta clicar no item que deseja verificar e selecionar o ícone de “lupa”, no topo do programa. No mesmo menu é possível fazer apenas uma verificação rápida no sistema.

Caso prefira, o programa oferece opções para agendamento das funções, que podem ser visualizadas na parte de “Administração”, no menu lateral do Avira, em “Agendamentos”: é exibida uma lista com os procedimentos, data, horário e mais, sendo possível editar as informações e adicionar funções.

Opções de varreduras no Avira (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

2) Encontrou um vírus: e agora?

Caso a verificação encontre algum arquivo malicioso, o Avira mostrará algumas opções para excluir o arquivo com segurança ou mover para quarentena, na qual as ações são “congeladas” e observadas pelo programa. A quarentena pode ser acessado pelo menu lateral do Avira, na parte de “Administração”: é exibida uma lista com informações completas de todos os arquivos que estão em "observação" no seu sistema.

Caso o sistema encontre um “falso positivo”, ou seja, um programa de seu conhecimento que tenha acessos reconhecidos, é possível marcar para que não seja visto como vírus na próxima varredura.

Opção de quarentena do Avira (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

3) Recursos extras

Para manter o seu computador mais seguro, o Avira na versão gratuita oferece alguns recursos extras para também proteger a navegação na Internet, por exemplo. Para isso, ele solicita a instalação automática de extensões nos navegadores Google Chrome e Mozilla Firefox.

Extensão do Avira para navegadores (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Além disso, é possível ativar e ajustar as configurações de FireWall do Windows, por meio do menu lateral do programa, dentre as opções de “Proteção na Internet”. Isso deixa o sistema do seu computador menos vulnerável a ser atacado por um malware.

Para ter acesso à todas as ações elaboradas pelo Avira no seu computador, acesse “Eventos” no menu lateral de administração: o programa vai mostrar uma lista com informações completas. Já em “Relatórios”, o usuário consegue ver de forma compacta as ações executadas e os resultados.

Ativação do FireWall (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

4) Diferenças na versão paga (Pro) e gratuita

O antivírus Avira oferece essas funções gratuitas, em um pacote mais básico de recursos, mas o usuário pode contratar versões Pro, mais completas e pagas. Os valores aumentam se você escolher a proteção para um, três ou cinco dispositivos diferentes.

Avira gratuito e versão Pro com recursos avançados (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Entre as vantagens está um suporte gratuito e uma proteção mais avançada contra vírus, tanto no PC, redes pessoais e navegação web. Ainda estão incluídos recursos de bloqueio de spyware e adware.

Também está disponível um pacote mais avançado, o Avira Security Suite, com alguns extras interessantes, como acelerador do desempenho do computador, criptografia de dados, proteção de e-mails e mais.

5) Conectando com o celular

O Avira tem uma função bem interessante que também permite manter o seu celular Android a salvo de vírus. Afinal, o smart também precisa de um antivírus para manter seus dados protegidos: e isso pode ser feito por meio do recurso “Android Security”. Para ativar, basta instalar o aplicativo no seu aparelho, que vai oferecer diversas opções para varredura do sistema e segurança de navegação.

Além da função de antivírus, ele oferece recursos avançados em caso de roubo ou furto, que permite bloquear e apagar os dados do celular de forma segura, à distância, ou rastrear o aparelho via GPS.

Avira para celular Android (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Pronto! Agora com essas dicas você pode manter o computador longe de vírus e ainda garantir a segurança do seu smartphone ou tablet com o Avire Free Mobile Security.

Fonte: Techtudo

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

"De Volta Para o Futuro" acertou quase todas...

21 de outubro de 2015 - o futuro para aonde Marty McFly teria viajado, em "De Volta Para o Futuro 2". Sucesso dos anos 80, o filme antecipou algumas invenções que hoje estão disponíveis e outras que muito em breve farão parte da nossa realidade.


Vejamos 15 equipamentos ou recursos tecnológicos que o filme previu e acertou que existiriam, provando que você está vivendo no futuro. Confira a lista!

De Volta para o Futuro 2: 15 tecnologias que deram certo (Foto: Reprodução/YouTube)

Óculos vestíveis

Apesar dos mais aguardados HoloLens e, principalmente Oculus Rift, ainda não terem chegado ao mercado, vários fabricantes já lançaram suas próprias versões de óculos de realidade virtual, como oGear VR e o Cardboard, da Samsung e do Google, respectivamente. Isso sem falar no Google Glass, projeto que deve ser refeito e lançado em breve para mais pessoas que o programa Explorer conseguiu atingir com a primeira versão.

Óculos de realidade virtual já existem (Foto: Reprodução/YouTube)

Monitores de tela plana

Com monitores por toda parte, De Volta para o Futuro 2 acertou em uma tecnologia que já está no mercado faz tempo: monitores e TVs de tela plana. Na verdade, telas do tipo já cabem no bolso, já que os displays mais finos estão equipados em smartphones.

Monitores futuristas do filme se parecem com qualquer TV de 2015 (Foto: Reprodução/YouTube)

Morte dos CDs

CDs podem ainda ser vendidos, mas é a partir da Internet que se consome música em 2015. Seja por meio de uma assinatura do Spotify ou Apple Music, ou comprando uma faixa na iTunes Store, músicas são compartilhadas – e até criadas – digitalmente, sem qualquer necessidade de suporte físico a não ser para tocá-las.


Videoconferência

Qualquer pessoa já pode fazer videoconferências (Foto: Reprodução/YouTube)

Há equipamentos próprios para videoconferência que equipam salas de reuniões empresariais, mas o meio mais popular de se falar com alguém usando vídeo é por meio de programas gratuitos comoSkype. Com o crescimento e aprimoramento da malha 4G, é cada vez mais comum realizar esse tipo de comunicação pelo celular, em qualquer lugar, algo que nem Marty McFly fez no longa.


Sensor de movimento

Videogames com sensores de movimento são bastante acessíveis em 2015 (Foto: Reprodução/YouTube)

Sensores de movimento em videogames se tornaram populares primeiro com o Nintendo Wii, e depois com o Xbox 360, quando finalmente foi dispensado o uso de controles físicos para alguns jogos. Hoje, a tecnologia continua sendo aplicada a consoles, com a segunda geração do Kinect para Xbox One e oPlaystation Eye, que capta os movimentos do jogador.


Tablets

Tablets são populares desde 2010 (Foto: Reprodução/YouTube)

Tablets já existem há pelo menos 10 anos, mas foi em 2010, com o lançamento do iPad, que a indústria cresceu e se tornou parte do desejo popular, trazendo à tona dezenas de fabricantes especializados nesse tipo de aparelho. Hoje, as vendas não vão tão bem – a IDC Brasil fala em queda de 35% no segundo trimestre de 2015 –, o que pode abrir espaço para soluções híbridas como o Surface Pro 4 ou o Surface Book, outra tecnologia avançada demais para ser prevista nos anos 1980.


Pagamento móvel

Pagamentos móveis já podem ser feitos com smartphones (Foto: Reprodução/YouTube)

Pagamentos móveis ainda estão engatinhando no mundo, e ainda nem desembarcaram no Brasil. Porém, em poucos meses, soluções como Apple Pay, Android Pay e Até Samsung Pay deverão estar presentes em estabelecimentos comerciais de todo o país, facilitando a compra de itens físicos sem a necessidade de carregar cartões de crédito ou dinheiro vivo. O recurso é facilitado por outra tecnologia prevista por De Volta para o Futuro 2: a biometria.


Biometria

Trancas com sensores biométricos já são realidade (Foto: Reprodução/YouTube)

Sensores biométricos são populares até em academias e escolas por todo o país, e chegam com força na palma das mãos do consumidor por meio de smartphones. Recurso popularizado pela Apple com o lançamento do iPhone 5S, leitor de digitais já estão presentes em vários outros modelos, como os tops de linha da Samsung, e os recém-lançados Nexus 5X e Nexus 6P.


Cinema 3D

Cinema 3D do filme é mais realista do que o existente em 2015 (Foto: Reprodução/YouTube)

Qualquer blockbuster que se preze já oferece cópias em 3D em praticamente qualquer cinema do país e em transmissões digitais. O cinema 3D visto por McFly, com o Tubarão do filme de Spielberg saindo do plano, é, certamente, mais emocionante do que temos em 2015, mas pelo menos já é realidade.


Roupas smarts

Tênis e outras roupas de hoje já têm até chip integrado (Foto: Reprodução/YouTube)

Os tênis que apertam nos pés automaticamente serviram de inspiração para fabricantes de roupa e dechips para criar tecnologias acopladas ao corpo. É o caso, por exemplo, da calça que recarrega o celular enquanto o usuário anda, ou dos shorts que evitam lesões a praticantes de atividades físicas.


Skate voador

Lexus já criou um hoverboard que se parece com o do filme (Foto: Reprodução/YouTube)

Uma das invenções mais cobiçadas do filme, o skate voador foi alvo pegadinhas no passado, mas, esse ano, saiu do papel graças a um projeto da Lexus. O produto não foi feito para ser vendido, mas, pelo menos, não é fruto de uma brincadeira. Ele usa nitrogênio líquido para resfriar um metal que, usando supercondução, consegue levitar o usuário sobre um terreno especial. Há também o Hendo, que não depende do nitrogênio, mas gasta bastante energia.


Comando de voz

Um forno futurista do filme aceitava comandos de voz (Foto: Reprodução/YouTube)

Graças ao Google, qualquer pessoa pode lançar mão de comandos de voz com um celular Android baratinho ou acessando o google.com em um PC conectado à web. É possível saber se vai chover, efetuar ligações, marcar reuniões no calendário, entre uma infinidade de outros comandos e pesquisas por palavras-chave que agilizam o dia a dia ao dispensar o teclado.


Drones

Drones são cada vez mais populares, com redução nos preços (Foto: Reprodução/YouTube)

Os drones chegarão rapidamente ao mercado de massa, e hoje já é possível comprar um modelo chinês por menos de R$ 400 no comércio eletrônico. Embora modelos mais caros sejam mais confiáveis, a variedade de opções só significa que essa tecnologia ainda vai ser muito explorada nos próximos meses, especialmente por empresas que pretendem agilizar a entrega de encomendas, por exemplo.


Câmeras compactas

Smartphones são as verdadeiras câmeras de bolso em 2015 (Foto: Reprodução/YouTube)

As câmeras compactas vêm perdendo mercado, geralmente sendo substituídas por smartphones, mais simples, porém com desempenho parecido; ou por DLSRs, mais parrudas, mas dedicadas a quem quer resultados próximas do profissional. Mas isso só quer dizer que elas chegaram ao ápice da popularidade antes mesmo do que o filme previu.


Computadores por toda parte

Até as janelas de casa tinham computadores no filme (Foto: Reprodução/YouTube)

Diferente do que era nos anos 1980, no início da era dos computadores pessoais, em 2015 os computadores estão por toda parte, em uma previsão que De Volta para o Futuro 2 acertou em cheio. Dos smartphones, aos tablets, sistemas bancários, de votação, compras online e até a geladeiras e trancas de portas, chips de computação sempre estão presentes para integrar tudo a serviços na nuvem e automatizar processos.

Pelo visto, só faltaram mesmo a máquina do tempo e os carros voadores...

Fonte: TechTudo